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Gilmar Mendes retira destaque e julgamento da prisão de Collor segue no plenário virtual

Gilmar Mendes desiste de destaque no julgamento da prisão de Collor, que cumpre pena de quase nove anos por corrupção na BR Distribuidora.

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O ministro Gilmar Mendes do Supremo Tribunal Federal cancelou seu pedido para que o julgamento da prisão do ex-presidente Fernando Collor fosse analisado em plenário físico. A decisão foi tomada após o ministro Alexandre de Moraes rejeitar recursos da defesa de Collor e determinar sua prisão imediata. Collor foi detido pela Polícia Federal na madrugada de sexta-feira para cumprir uma pena de oito anos e dez meses por corrupção e lavagem de dinheiro, relacionada a um esquema na BR Distribuidora. O julgamento começou com um placar de 4 a 0 a favor da prisão, com votos de Flávio Dino, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Moraes. Desde sua condenação em 2023, a defesa de Collor tem tentado contestar a decisão. Ele foi acusado de receber R$ 20 milhões em propinas entre 2010 e 2014. O STF já havia rejeitado recursos que questionavam a pena imposta ao ex-presidente.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes cancelou seu pedido de destaque no julgamento que resultou na prisão do ex-presidente Fernando Collor. A decisão foi tomada nesta sexta-feira, após o ministro Alexandre de Moraes rejeitar recursos da defesa de Collor e determinar sua detenção imediata.

A prisão de Collor ocorreu na madrugada de sexta-feira, quando ele foi detido pela Polícia Federal para cumprir uma pena de oito anos e dez meses por corrupção e lavagem de dinheiro, ligada a um esquema na BR Distribuidora. O ex-presidente está atualmente custodiado na Superintendência da Polícia Federal em Maceió.

O julgamento da decisão de Moraes começou na sexta-feira, com um placar inicial de 4 a 0 a favor da prisão. Os votos foram dados por Flávio Dino, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e o próprio Moraes. Gilmar Mendes havia solicitado que o caso fosse analisado em plenário físico, mas voltou atrás, permitindo que a análise virtual fosse retomada na segunda-feira.

Desde a condenação em 2023, a defesa de Collor tem apresentado embargos de declaração para contestar aspectos do acórdão. A pena inclui quatro anos e quatro meses por corrupção passiva. Em junho de 2024, o ministro Dias Toffoli sugeriu uma redução da pena para quatro anos e 80 dias-multa.

Collor foi denunciado pela Procuradoria Geral da República (PGR) em 2015, acusado de receber R$ 20 milhões em propinas entre 2010 e 2014, em troca de favorecimentos políticos para a BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras. O STF já havia rejeitado recursos anteriores que questionavam a proporcionalidade da pena imposta ao ex-presidente.

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