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Juiz questiona deportação de criança americana sem devido processo legal nos EUA

Juiz federal questiona deportação de criança americana para Honduras sem processo legal. Audiência marcada para esclarecer o caso.

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Um juiz federal questionou a deportação de uma criança de dois anos, cidadã americana, para Honduras sem o devido processo legal. A audiência para investigar o caso está marcada para 19 de maio. O juiz Terry Doughty disse que há forte suspeita de que a criança, chamada VML, foi deportada sem um processo adequado. A família da criança foi detida durante uma consulta de imigração em Nova Orleans no dia 22 de abril. Um porta-voz do Departamento de Segurança Interna dos EUA afirmou que a mãe decidiu levar os filhos com ela ao ser deportada. O juiz tentou contatar a mãe, mas soube que ela e a criança já estavam em Honduras. A situação do pai e da irmã da criança é incerta. O juiz ressaltou que é ilegal deportar um cidadão americano. Em um caso similar na Flórida, uma mulher cubana e sua filha de um ano foram deportadas para Cuba após uma consulta de imigração, e o advogado da mulher argumentou que a deportação não deveria ter ocorrido por razões humanitárias, já que a filha tem problemas de saúde. Desde que Donald Trump assumiu a presidência novamente em 20 de janeiro, milhares de imigrantes indocumentados foram detidos, e as políticas de imigração do governo enfrentam desafios legais, incluindo um caso em que um cidadão salvadorenho foi deportado por engano.

Um juiz federal levantou suspeitas sobre a deportação de uma criança de dois anos, cidadã americana, para Honduras sem o devido processo legal. A audiência está marcada para 19 de maio para investigar o caso. O juiz Terry Doughty afirmou que há “forte suspeita” de que a criança, identificada apenas como VML, foi deportada “sem um processo significativo”.

A família da criança foi detida durante uma consulta de rotina em um escritório de imigração em Nova Orleans no dia 22 de abril. Um porta-voz do Departamento de Segurança Interna dos EUA informou que a mãe decidiu levar os filhos com ela ao ser deportada. O juiz tentou contatar a mãe, mas foi informado que ela e a criança já haviam sido liberadas em Honduras.

A situação da mãe, do pai e da irmã da criança permanece incerta. O juiz destacou que “é ilegal e inconstitucional deportar, deter para deportação ou recomendar a deportação de um cidadão americano.” A audiência visa esclarecer as circunstâncias da deportação da criança.

Em um caso semelhante na Flórida, uma mulher cubana e sua filha de um ano foram detidas e deportadas para Cuba após uma consulta de imigração. O advogado da mulher argumentou que ela não deveria ter sido deportada por razões humanitárias, uma vez que sua filha sofre de convulsões.

Desde que Donald Trump reassumiu a presidência em 20 de janeiro, milhares de imigrantes indocumentados foram detidos. As políticas de imigração do governo enfrentam desafios legais, incluindo um caso em que o governo admitiu ter deportado erroneamente um cidadão salvadorenho.

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