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Republicanos propõem cortes nos benefícios de aposentadoria de servidores federais

Proposta republicana prevê aumento nas contribuições para aposentadoria de servidores federais, visando economizar mais de US$ 50 bilhões.

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Os servidores federais dos Estados Unidos estão enfrentando mudanças em seus benefícios de aposentadoria. Uma nova proposta dos republicanos quer aumentar as contribuições para aposentadoria e mudar a forma como os benefícios são calculados, com a expectativa de economizar mais de 50 bilhões de dólares no déficit federal. O plano, liderado por James Comer, presidente do Comitê de Supervisão da Câmara, vai exigir que muitos funcionários paguem mais. A fórmula de cálculo dos benefícios também mudará, considerando os cinco anos de maior salário em vez dos três atuais, o que deve gerar uma economia de 4,75 bilhões de dólares. As taxas de contribuição, que variam conforme o ano de contratação, serão padronizadas em 4,4% para todos os funcionários, arrecadando 30,7 bilhões de dólares em dez anos. Além disso, a proposta sugere acabar com benefícios extras para aposentados antes dos 62 anos que ainda não recebem a Seguridade Social. Os republicanos afirmam que os benefícios dos servidores são muito generosos em comparação com o setor privado. A votação do plano deve acontecer na próxima semana na Câmara e, se aprovado, seguirá para o Senado, onde pode ser aprovado sem apoio dos democratas. O objetivo é alcançar 2 trilhões de dólares em economias para compensar os cortes de impostos de 2017.

Os servidores federais dos Estados Unidos enfrentam novas mudanças em seus benefícios de aposentadoria. Uma proposta republicana, anunciada na noite de sexta-feira, busca aumentar as contribuições para aposentadoria e alterar o cálculo dos benefícios, com a expectativa de economizar mais de US$ 50 bilhões no déficit federal.

O plano, liderado pelo presidente do Comitê de Supervisão e Reforma Governamental da Câmara, James Comer, exigirá que muitos funcionários civis federais paguem contribuições mais altas. A proposta também altera a fórmula de cálculo dos benefícios, que passará a considerar os cinco anos de maior salário, em vez dos três atuais. Essa mudança visa gerar uma economia de US$ 4,75 bilhões.

Atualmente, as taxas de contribuição variam de acordo com o ano de contratação, indo de 0,8% a 4,4%. A nova proposta padroniza a contribuição em 4,4% para todos os funcionários, o que deve arrecadar US$ 30,7 bilhões em uma década. Além disso, a proposta sugere a eliminação de benefícios suplementares para aposentados antes dos 62 anos que ainda não recebem a Seguridade Social.

Os republicanos argumentam que os benefícios dos servidores federais são excessivamente generosos em comparação ao setor privado. A votação do plano está prevista para a próxima semana na Câmara, e, se aprovado, será enviado ao Senado, onde pode ser aprovado sem o apoio dos democratas. O objetivo é alcançar US$ 2 trilhões em economias para compensar os cortes de impostos de 2017.

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