A diversidade e inclusão nas mineradoras do Brasil ainda enfrentam muitos desafios, especialmente em cargos de liderança. Em 2024, 90% das empresas do setor afirmam ter programas de diversidade, mas apenas 22% das vagas são ocupadas por mulheres. A paridade de gênero deve ser alcançada apenas em 2038. Um relatório da organização Women in Mining Brasil mostra que, em 2023, as mulheres ocupavam 21% das vagas, um pequeno aumento em relação ao ano anterior. A diretora da WIM, Patrícia Procópio, ressalta que as iniciativas de equidade de gênero precisam ser efetivas e não apenas uma estratégia de marketing. O interesse das mulheres em crescer na carreira aumentou, com 31% participando de programas de liderança em 2024, mas a presença feminina em cargos de gestão ainda é baixa, com 24% em gestão corporativa e 10% em gestão operacional. A diversidade racial também é um problema, com 65% dos profissionais negros em posições operacionais. Para melhorar a diversidade racial, as mineradoras precisam criar condições justas e capacitar seus funcionários. Na Alcoa, 26% dos trabalhadores são mulheres, e 33% ocupam cargos de liderança. A empresa destaca que 86% dos novos empregados são mulheres, pessoas negras, com deficiência ou LGBTQIAP+. A gerente de Gestão de Talentos, Paula Domingues, afirma que a inclusão é uma prioridade, com iniciativas como recrutamento afirmativo e programas de aceleração de carreira.
A agenda de diversidade e inclusão nas mineradoras brasileiras enfrenta desafios significativos, especialmente em cargos de liderança. Em 2024, noventa por cento das empresas do setor afirmam ter programas de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI), mas apenas vinte e dois por cento das vagas são ocupadas por mulheres. A paridade de gênero na mineração deve ser alcançada apenas em 2038.
O relatório da organização Women in Mining Brasil (WIM) revela que, apesar do aumento no número de empresas com programas DEI, a participação feminina no setor permanece baixa. Em 2023, as mulheres ocupavam vinte e um por cento das vagas, um leve aumento em relação ao ano anterior. A diretora-presidente da WIM, Patrícia Procópio, destaca que as iniciativas de equidade de gênero devem ser transformadoras e não apenas uma estratégia de marketing.
O interesse das mulheres por crescimento na carreira tem aumentado. Em 2022, onze por cento das profissionais participaram de programas de liderança, número que subiu para trinta e um por cento em 2024. No entanto, a presença feminina em cargos de gestão é ainda limitada, com vinte e quatro por cento em gestão corporativa e dez por cento em gestão operacional.
Desafios da Diversidade Racial
A situação da diversidade racial também é preocupante. Camila Silva Chaves, presidente do coletivo Quantos, aponta que sessenta e cinco por cento dos profissionais negros estão em posições operacionais. Para avançar na diversidade racial, as mineradoras precisam garantir condições equitativas e capacitar seus recursos humanos para processos mais inclusivos.
Na Alcoa, vinte e seis por cento dos trabalhadores são mulheres, com trinta e três por cento ocupando posições de liderança. A empresa também destaca que oitenta e seis por cento dos novos empregados são mulheres, pessoas negras, com deficiência ou LGBTQIAP+. A gerente de Gestão de Talentos, Paula Domingues, afirma que a inclusão é uma prioridade, com iniciativas como recrutamento afirmativo e programas de aceleração de carreira.
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