A Petrobras entrou na Justiça para cobrar R$ 15.775.091,27 do ex-diretor Renato Duque, que foi condenado por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa, somando penas de 98 anos. Ele ficou preso por quase cinco anos e, em 2003, assumiu o cargo na Petrobras indicado pelo PT. A situação de Duque é vista como um ponto fraco para o partido, que critica a suposta partidarização da operação Lava-Jato.
A Petrobras acionou a Justiça para cobrar R$ 15.775.091,27 do ex-diretor de Serviços, Renato Duque, após a disputa judicial ser decidida pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Duque, que foi condenado por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa, cumpre pena de 98 anos.
O ex-diretor, que ocupou o cargo na estatal em 2003 por indicação do Partido dos Trabalhadores (PT), ficou preso por quase cinco anos. Ele obteve a progressão para o regime semiaberto após cumprir parte da pena. A condenação de Duque é um ponto sensível para o PT, que critica a suposta partidarização da Operação Lava-Jato.
A ação da Petrobras busca reparação financeira em meio a um contexto de disputas judiciais e políticas. A ligação de Duque com o PT e sua condenação levantam questões sobre a imparcialidade das investigações da Lava-Jato, que impactaram diversos membros do partido e do governo anterior.
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