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Câmara de São Paulo instala CPIs sobre venda de íris e pancadões na cidade

Câmara de São Paulo instala CPIs sobre a empresa Tools for Humanity e bailes funks, enquanto investigações sobre enchentes e fraudes aguardam decisão judicial.

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A Câmara Municipal de São Paulo decidiu instalar duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) para investigar a empresa Tools for Humanity, que oferece recompensas em criptomoedas pelo escaneamento da íris, e os bailes funks clandestinos, conhecidos como pancadões. Essas comissões foram aprovadas em uma reunião entre o presidente da Câmara e líderes partidários. As investigações sobre enchentes no Jardim Pantanal e fraudes em habitação social ainda estão pendentes, aguardando uma decisão judicial. A oposição, composta por vereadores do PT e do PSOL, não indicou membros para essas CPIs, em retaliação à falta de indicações para as comissões que consideram importantes. O presidente da Câmara, Ricardo Teixeira, pode indicar os membros se os partidos não o fizerem. As CPIs têm um prazo de 120 dias para funcionar, podendo ser prorrogadas.

A Câmara Municipal de São Paulo instalará duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) nesta quarta-feira, dia 7 de maio. As comissões irão investigar a empresa Tools for Humanity, que propôs recompensas financeiras em troca do escaneamento da íris da população, e os bailes funks clandestinos, conhecidos como pancadões. A decisão foi tomada em reunião entre o presidente da Câmara, Ricardo Teixeira (União), e líderes partidários.

As CPIs sobre as enchentes no Jardim Pantanal e possíveis fraudes em habitação social ainda aguardam decisão judicial. Essas investigações não foram iniciadas devido à falta de indicações de membros pelos partidos. Nos bastidores, há informações de que o prefeito Ricardo Nunes (MDB) orientou sua base a não indicar representantes para essas comissões, que poderiam trazer desconforto à sua gestão.

O presidente da Câmara, Ricardo Teixeira, afirmou que, caso os partidos não indiquem os membros, ele poderá fazer as nomeações unilateralmente. A expectativa é que as CPIs da íris e dos pancadões comecem a funcionar imediatamente, enquanto as outras duas permanecem judicializadas. A duração das comissões é de 120 dias, podendo ser prorrogada por igual período.

A vereadora Janaína Paschoal (PP) propôs a CPI sobre a empresa Tools for Humanity, enquanto o vereador Rubinho Nunes (União) lidera a investigação sobre os pancadões. A oposição, composta por partidos como PT e PSOL, já recorreu à Justiça para garantir a instalação das CPIs relacionadas às enchentes e à habitação. A vereadora Luna Zarattini (PT) criticou a manobra do governo para impedir essas investigações, destacando a importância delas para a cidade.

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