Os novos jatos Air Force One, encomendados à Boeing, estão com a entrega atrasada e podem ser entregues até 2027, de acordo com a Força Aérea. Essa nova previsão é um pouco melhor do que a estimativa anterior da Boeing. O ex-presidente Trump está insatisfeito com os atrasos e considera comprar um jato usado como alternativa. A Força Aérea está tentando acelerar o processo, mudando alguns requisitos do contrato, como a liberação de certas exigências de segurança para os trabalhadores. A Boeing já perdeu cerca de 2,5 bilhões de dólares com esse projeto, que deveria substituir os jatos atuais, que estão em uso há quase 35 anos. A empresa começou a reformar dois jatos 747 em 2020, mas a pandemia de Covid-19 causou mais atrasos. Trump já havia negociado um contrato que economizou 1,4 bilhão de dólares, mas ainda quer que os novos jatos sejam entregues o mais rápido possível.
Os novos jatos Air Force One, encomendados à Boeing, podem ser entregues até 2027, segundo a Força Aérea dos Estados Unidos. O prazo é dois anos antes do que a empresa havia previsto anteriormente, mas ainda cinco anos após a data original de entrega, que era 2022.
A informação foi divulgada por Darlene Costello, chefe interina de aquisições da Força Aérea, durante uma audiência no Comitê de Serviços Armados da Câmara. Costello mencionou que mudanças nos requisitos contratuais estão sendo consideradas para acelerar o processo. A Boeing enfrenta atrasos devido a exigências de segurança e à pandemia de Covid-19, que impactaram o cronograma de reforma dos jatos.
O ex-presidente Donald Trump expressou descontentamento com os atrasos e considerou a possibilidade de adquirir um jato usado como alternativa temporária. Ele afirmou: “Não há desculpa para isso”. A Boeing, que depende de contratos governamentais para 42% de sua receita, já registrou perdas de R$ 2,5 bilhões no programa VC-25B, que visa substituir os jatos atuais, em operação há quase 35 anos.
Além disso, a Força Aérea contratou a L3Harris para reformar um Boeing 747 anteriormente utilizado pelo governo do Catar, com o objetivo de colocá-lo em operação como Air Force One até o final deste ano. Contudo, essa informação ainda não foi oficialmente confirmada. O desafio principal reside na adaptação do jato para atender às necessidades de segurança e comunicação do presidente dos Estados Unidos.
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