Há 15 anos, o governo do Rio planejou construir um complexo para as Unidades de Polícia Pacificadora no Complexo da Maré, mas o projeto nunca saiu do papel. Recentemente, a inauguração da nova sede do Comando de Operações Especiais foi adiada novamente, com a obra enfrentando três anos de atraso e problemas na aprovação do Corpo de Bombeiros. O terreno, que foi comprado em 2010 por R$ 32 milhões, deveria abrigar várias unidades da Polícia Militar, mas até agora só existe uma sede improvisada. O projeto, que deveria ter sido concluído antes da Copa do Mundo de 2014, passou por várias tentativas de licitação que não deram certo. A construção da nova sede começou em dezembro de 2021, com previsão de entrega em agosto de 2022, mas já teve 12 aditivos que aumentaram o custo e o prazo. A construtora responsável alegou atrasos devido a chuvas e problemas na compra de materiais. Agora, a obra está aguardando a aprovação do Corpo de Bombeiros, que pediu várias mudanças. Enquanto isso, outras obras na área estão paradas por falta de dinheiro. A Polícia Militar afirma que a nova sede está quase pronta e que a área será um grande centro de treinamento para policiais.
Há 15 anos, o governo do Rio de Janeiro planejou a construção de um complexo para as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) no Complexo da Maré, mas o projeto nunca foi concretizado. Recentemente, a inauguração da nova sede do Comando de Operações Especiais (COE) foi adiada novamente, enfrentando três anos de atraso e problemas na aprovação do Corpo de Bombeiros.
O projeto original previa a transferência dos batalhões do COE para uma área de 230 mil metros quadrados em Ramos, comprada por R$ 32 milhões em 2010. A proposta incluía a construção de sedes administrativas, um hangar para aeronaves e um campo de futebol. No entanto, até agora, a obra não saiu do papel. Atualmente, o COE opera em uma sede improvisada, enquanto as unidades de elite da Polícia Militar estão espalhadas por diferentes regiões.
A construção da nova sede do COE, que deveria ter sido concluída em agosto de 2022, já passou por doze aditivos contratuais, aumentando o custo de R$ 11,1 milhões para R$ 14,4 milhões. A construtora Carletti, responsável pela obra, justificou os atrasos por fatores como chuvas e a guerra na Ucrânia, que afetou a produção de aço. A obra está agora em fase de aceitação, aguardando a aprovação do Corpo de Bombeiros.
A situação no Complexo da Maré, que abriga quase 125 mil pessoas, se tornou crítica, com o aumento da violência e a presença de facções criminosas. Coronéis da reserva da PM expressaram preocupações sobre a necessidade de policiamento na nova sede. A Secretaria de Infraestrutura e Obras do estado afirmou que a área será transformada no maior centro de treinamento de forças policiais da América Latina. A PM informou que a nova sede do COE atenderá a todas as demandas da instituição assim que for concluída.
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