Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ministério Público pede suspensão de leilão da ANM após irregularidades em proposta

Ministério Público pede suspensão do leilão da ANM após irregularidades na proposta da 3D Minerals, que alegou erro de digitação.

0:00
Carregando...
0:00

O Ministério Público pediu ao Tribunal de Contas da União para suspender o leilão da 8ª Rodada de Disponibilidade de Áreas da ANM, após descobrir que a agência ignorou um parecer técnico e alterou um lance vencedor da empresa 3D Minerals. A empresa havia oferecido R$ 37.576.100,00, mas alegou que cometeu um erro de digitação e que o valor correto seria R$ 3.756.100,00. Apesar de a ANM ter regras que proíbem mudanças nas propostas, a maioria dos diretores decidiu aceitar a correção, o que gerou preocupações sobre a legalidade da decisão. O subprocurador do MP destacou que essa alteração poderia prejudicar a concorrência em futuros leilões. O pedido do MP será analisado pelo TCU, que decidirá se o caso deve prosseguir.

O Ministério Público solicitou ao Tribunal de Contas da União (TCU) a suspensão do leilão da 8ª Rodada de Disponibilidade de Áreas da Agência Nacional de Mineração (ANM). O pedido ocorreu após a revelação de irregularidades na revisão do lance da 3D Minerals, que alegou um erro de digitação em sua proposta.

A representação foi apresentada pelo subprocurador-geral do MP junto ao TCU, Lucas Rocha Furtado, que destacou indícios de descumprimento de normas editalícias. Ele pediu uma medida acautelatória para suspender o andamento do leilão e a formalização do contrato com a 3D Minerals. O leilão, realizado em Parauapebas, no Pará, teve a empresa como vencedora com uma proposta de R$ 37.576.100,00, muito acima do segundo colocado, que ofereceu R$ 890 mil.

A 3D Minerals alegou que digitou um zero a mais em sua proposta, sugerindo que o valor correto seria R$ 3.756.100,00. Apesar da solicitação de revisão, a maioria dos diretores da ANM decidiu manter o lance original. O diretor relator, Caio Mário Trivellato Seabra Filho, argumentou que a mudança era necessária para garantir a boa-fé do licitante, citando um caso semelhante anterior.

O subprocurador Furtado expressou preocupação com a alteração do lance após a empresa ter conhecimento das propostas concorrentes. Ele ressaltou que isso poderia criar um precedente perigoso para futuros leilões da ANM, comprometendo a competição. O pedido do MP será analisado pelo presidente do TCU, Vital do Rêgo, que designará um relator para o caso. A ANM enfrenta dificuldades financeiras que limitam sua capacidade de fiscalização no setor mineral.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais