Gilmar Mendes, do STF, decidiu que o pedido de Ednaldo Rodrigues para voltar à presidência da CBF não tem mais validade. A decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que afastou Rodrigues, foi mantida, encerrando a disputa pelo cargo. Mendes afirmou que não há mais questionamentos sobre a decisão anterior e anulou seu despacho anterior. Rodrigues havia recorrido ao STF após ser afastado, mas desistiu do recurso, dizendo que queria “restaurar a paz no futebol brasileiro” e que sua vida familiar foi afetada por “equívocos públicos”. Com isso, a situação na CBF se estabiliza, permitindo que a entidade siga sem incertezas.
Gilmar Mendes, ministro do STF, julgou prejudicado o pedido de Ednaldo Rodrigues para suspender sua destituição da presidência da CBF. A decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro foi mantida, encerrando a disputa pelo comando da entidade. Mendes destacou que não há mais questionamentos sobre a decisão anterior e tornou seu despacho sem efeito.
Rodrigues havia recorrido ao STF após ser afastado, mas desistiu do recurso, alegando que sua decisão foi motivada pelo desejo de “restaurar a paz no futebol brasileiro”. Ele também mencionou que sua vida familiar foi impactada por “equívocos públicos e insinuações injustas”. O relator do caso, Mendes, havia solicitado pareceres da PGR e da AGU sobre a destituição, mas agora a questão foi resolvida.
O ministro enfatizou que não subsiste qualquer questionamento sobre a decisão do TJ, datada de 15 de maio de 2025. Essa declaração marca o fim da disputa e a consolidação da decisão anterior, que afastou Rodrigues da presidência da CBF. A situação agora se estabiliza, permitindo que a entidade siga sem a incerteza gerada pela disputa judicial.
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