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Tarcísio promete agir contra abusos da PM após episódios de violência

Governador de São Paulo promete rigor nas investigações sobre violência policial após espancamento e morte de jovens em abordagens.

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, comentou sobre casos recentes de violência policial no estado, prometendo investigações rigorosas e punições para os envolvidos. Ele afirmou que não tolerará abusos nas abordagens e que os policiais já foram afastados. Os incidentes incluem o espancamento de um homem em Jardim das Imbuias, registrado em vídeo, e a morte de Natanael Venâncio Almeida, de 19 anos, que foi baleado ao tentar fugir. A Secretaria da Segurança Pública está investigando os casos, e o ouvidor das polícias chamou o espancamento de tortura. O governador pediu a prisão dos policiais, enfatizando a necessidade de responsabilização.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, se manifestou sobre os recentes casos de violência policial no estado, ocorridos no último domingo, 18. Ele prometeu uma investigação rigorosa e punição aos envolvidos, ao mesmo tempo em que defendeu a polícia como uma instituição essencial.

Durante uma coletiva no Palácio dos Bandeirantes, Tarcísio afirmou que não tolerará excessos nas abordagens policiais. “Esses policiais já estão afastados. O que aconteceu fica à disposição da Corregedoria. Havendo constatação de que houve excesso, eles vão ser punidos severa, rigorosamente”, declarou. O governador também destacou a importância da corporação, que atende a 22 milhões de chamados por ano.

Os incidentes que motivaram a declaração do governador incluem o espancamento de um homem em Jardim das Imbuias e a morte de Natanael Venâncio Almeida, de 19 anos, na Vila Andrade. O primeiro caso foi registrado em vídeo, mostrando um policial agredindo a vítima, que estava no chão. O segundo caso envolveu Natanael, que foi baleado pela polícia enquanto tentava fugir após ser abordado.

Investigação e Reações

A Secretaria da Segurança Pública informou que ambos os casos estão sendo investigados pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa e pela Polícia Militar. O ouvidor das polícias, Mauro Caseri, classificou o espancamento como “prática de tortura” e solicitou a análise de imagens e exames periciais.

O Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana enviou ofícios para a Corregedoria e o Ministério Público, pedindo ações em relação aos policiais envolvidos. O governador também solicitou a prisão dos PMs, ressaltando a necessidade de responsabilização. “Os policiais torturam e matam os jovens com a certeza de que sofrerão apenas uma ‘punição’ administrativa”, afirmaram os documentos enviados às autoridades.

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