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Justiça suspende júri de policial acusado de assassinar campeão de jiu-jítsu

Julgamento de Henrique Otávio Oliveira Velozo, acusado de matar Leandro Lo, é suspenso por falta de depoimentos de peritos. Novo julgamento será em agosto de 2025.

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O julgamento de Henrique Otávio Oliveira Velozo, acusado de matar o campeão de jiu-jítsu Leandro Lo, foi suspenso pelo desembargador Marco Antônio Cogan, do Tribunal de Justiça de São Paulo. A defesa de Velozo alegou que o cancelamento de depoimentos de peritos prejudicou seu direito de defesa. O juiz havia autorizado esses depoimentos, mas mudou de ideia a poucos dias do julgamento. O novo julgamento está marcado para agosto de 2025, no terceiro aniversário da morte de Lo. A mãe de Leandro, Fátima Lo, expressou sua indignação e pediu justiça. Leandro foi morto com um tiro na testa durante uma discussão em um show em agosto de 2022. A promotoria afirma que o crime foi por vingança, enquanto Velozo diz que agiu em legítima defesa. Ele está preso no Presídio Militar Romão Gomes, e seu advogado defende que não houve intenção de matar. O processo agora aguarda a manifestação do Ministério Público.

O julgamento do policial militar Henrique Otávio Oliveira Velozo, acusado de assassinar o campeão mundial de jiu-jítsu Leandro Lo, foi suspenso na noite de quarta-feira, 21 de agosto. A decisão foi tomada pelo desembargador Marco Antônio Cogan, do Tribunal de Justiça de São Paulo, menos de 24 horas antes do início da sessão marcada para esta quinta-feira.

A defesa de Velozo argumentou que o cancelamento de depoimentos de peritos contratados prejudicou o direito de defesa. O juiz responsável pelo caso havia autorizado esses especialistas a comparecer, mas mudou de ideia a três dias do julgamento, dispensando-os sem consultar a defesa. Para o desembargador, essa alteração poderia comprometer a equidade do processo, levando à suspensão do júri.

Novos Desdobramentos

O novo julgamento está previsto para ocorrer em agosto de 2025, coincidindo com o terceiro aniversário da morte de Lo. A mãe do lutador, Fátima Lo, expressou sua indignação com a suspensão, clamando por justiça e pedindo a demissão de Velozo da Polícia Militar, além de sua condenação.

Leandro Lo foi morto com um tiro à queima-roupa na testa durante um show de pagode na madrugada de 7 de agosto de 2022. A promotoria sustenta que o crime foi motivado por vingança, após Velozo ter sido imobilizado por Lo durante uma discussão. O policial, por sua vez, defende que agiu em legítima defesa, afirmando ter sido atacado de forma repentina.

Velozo permanece preso preventivamente no Presídio Militar Romão Gomes. Seu advogado, Claudio Dalledone, reafirma que seu cliente não tinha a intenção de matar e que o disparo foi uma tentativa de proteger sua vida. O processo agora aguarda manifestação do Ministério Público antes de novos passos judiciais.

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