A Comissão de Segurança Pública do Senado convidou o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, para explicar suas declarações sobre ter pedido apoio dos Estados Unidos para evitar um golpe de Estado no Brasil. Barroso fez esses comentários em um evento em Nova York, onde disse que pediu apoio à democracia brasileira em três ocasiões, incluindo ao Departamento de Estado dos EUA. O senador Eduardo Girão, que fez o pedido para o convite, argumentou que as declarações de Barroso podem ameaçar a soberania nacional e a separação dos Poderes, levantando dúvidas sobre a possível influência de agentes estrangeiros nos assuntos internos do Brasil. A audiência ainda não tem data marcada e Barroso não é obrigado a comparecer.
A Comissão de Segurança Pública do Senado aprovou, na terça-feira, um convite ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, para que ele esclareça suas declarações sobre o apoio dos Estados Unidos à democracia brasileira. As afirmações foram feitas em um evento em Nova York, no dia 13 de maio.
Barroso declarou que fez três pedidos ao Departamento de Estado dos EUA, solicitando apoio para evitar um possível golpe de Estado no Brasil. Ele afirmou que a posição dos militares brasileiros é influenciada pela relação com os Estados Unidos, já que eles dependem de cursos e equipamentos fornecidos por esse país.
O convite para Barroso foi proposto pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE), que argumentou que as declarações do ministro podem representar uma afronta à soberania nacional e à separação dos Poderes. Girão questionou se a intervenção dos EUA se limitou apenas a declarações diplomáticas ou se incluiu o envio de recursos a organizações brasileiras.
Ainda não foi marcada uma data para a audiência, e Barroso não é obrigado a comparecer à sessão no Senado. A situação levanta preocupações sobre a influência estrangeira em assuntos internos do Brasil.
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