A administração Trump decidiu revogar acordos que supervisionavam as polícias de Minneapolis e Louisville e também encerrou investigações sobre violações de direitos em outras cidades. Essa decisão foi anunciada poucos dias antes do quinto aniversário da morte de George Floyd, que gerou protestos em todo o país. A procuradora-geral Harmeet Dhillon defendeu que as comunidades locais devem controlar suas polícias, em vez de depender de burocratas. Os prefeitos de Minneapolis e Louisville, ambos do Partido Democrata, afirmaram que continuarão a trabalhar por reformas nas suas polícias. A decisão do governo Trump foi criticada por ativistas e defensores dos direitos civis, que a consideraram uma tentativa de ignorar problemas de justiça. A falta de acordos obrigatórios durante a gestão Biden também foi mencionada como um fator que facilitou essa mudança de política.
A administração Trump anunciou a revogação de acordos de supervisão sobre as polícias de Minneapolis e Louisville, além de encerrar investigações sobre violações constitucionais em outras cidades. A decisão foi divulgada poucos dias antes do quinto aniversário da morte de George Floyd, que ocorreu em 2020 e gerou protestos em todo o país.
A procuradora-geral do Departamento de Justiça, Harmeet Dhillon, argumentou que o controle das polícias deve ser feito pelas comunidades locais, não por “burocratas não eleitos”. Com isso, o governo encerrará processos contra as duas cidades e revogará conclusões anteriores sobre abusos. Além de Minneapolis e Louisville, investigações em cidades como Phoenix e Memphis também serão descontinuadas.
Os prefeitos de Minneapolis e Louisville, ambos do Partido Democrata, reafirmaram seu compromisso com a reforma policial. O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, declarou que a transformação da polícia continuará, independentemente das decisões de Washington. Em Louisville, o prefeito Craig Greenberg anunciou a contratação de um monitor independente para acompanhar as mudanças.
A decisão do governo Trump gerou reações negativas entre ativistas e defensores dos direitos civis. O advogado Ben Crump, que representa as famílias de Floyd e Breonna Taylor, criticou a medida, afirmando que ela “tenta apagar a verdade” e contradiz princípios de justiça. A falta de acordos vinculativos durante a gestão Biden também foi citada como um fator que facilitou a reversão das políticas de supervisão.
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