A Câmara Municipal de São Paulo está investigando a fiscalização de bailes funks, conhecidos como pancadões, e a atuação do prefeito Ricardo Nunes. A CPI dos Pancadões convidou a cantora MC Dricka para depor como testemunha, destacando sua influência no funk e sua experiência em eventos clandestinos. O vereador Lucas Pavanato, relator da comissão, afirmou que ela é reconhecida no cenário do funk e pode ajudar a entender a situação dos bailes. A CPI quer descobrir se houve falhas na fiscalização desses eventos, que ocorrem em bairros periféricos. Além disso, a Câmara criou uma Frente Parlamentar para discutir o tema e propor soluções.
A Câmara Municipal de São Paulo aprovou um requerimento para que a cantora MC Dricka dependa como testemunha na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Pancadões. O convite foi feito pelo vereador Lucas Pavanato (PL), relator da comissão. Por ser um convite, a artista não é obrigada a comparecer.
A CPI investiga possíveis falhas na fiscalização de bailes funks, conhecidos como pancadões, e a atuação do prefeito Ricardo Nunes (MDB) em relação a esses eventos. Pavanato destacou que MC Dricka, apelidada de “rainha do baile”, possui grande influência no cenário do funk e já se apresentou em eventos clandestinos.
A artista conta com 2,9 milhões de ouvintes mensais no Spotify e já participou de festivais renomados, como The Town e Rock in Rio. O vereador afirmou que a presença de Dricka pode trazer insights sobre o mercado de festas clandestinas, que afetam as comunidades onde ocorrem.
Frente Parlamentar
Além da CPI, a Câmara criou uma Frente Parlamentar em Combate aos Pancadões e Bailes Clandestinos. O grupo será formado por vereadores de diferentes partidos e terá um prazo para apresentar um relatório com diagnósticos e propostas sobre o tema. Pavanato mencionou que está buscando outros artistas para depor, visando uma abordagem mais ampla sobre a questão.
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