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Boeing concorda em pagar R$ 5,5 bilhões para resolver casos do 737 Max

Boeing pode evitar acusações criminais após acordo de $1,1 bilhão com o Departamento de Justiça dos EUA, mas familiares das vítimas reagem com descontentamento.

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O Departamento de Justiça dos EUA anunciou um acordo com a Boeing para evitar uma acusação criminal relacionada aos acidentes do 737 Max. A Boeing pagará mais de 1,1 bilhão de dólares e se comprometerá a melhorar a segurança da aeronave. Esse acordo, que precisa ser aprovado pela Justiça, foi formalizado recentemente e visa garantir responsabilidade financeira e compensar as famílias das vítimas. O caso começou com acusações de fraude contra a Boeing por enganar a Administração Federal de Aviação durante a certificação do 737 Max. Recentemente, um incidente com um 737 Max da Alaska Air levantou novas preocupações sobre a segurança, levando o Departamento de Justiça a considerar retomar a acusação. Embora a Boeing tenha se declarado culpada em julho, um juiz rejeitou a proposta por questões sobre a escolha de um monitor independente. Algumas famílias das vítimas criticaram o acordo, considerando-o inadequado, enquanto um porta-voz do Departamento de Justiça afirmou que houve diálogo com as famílias e que o acordo busca garantir segurança para futuros passageiros.

O Departamento de Justiça dos EUA anunciou um acordo com a Boeing para evitar a acusação criminal relacionada aos acidentes fatais do 737 Max. O acordo, que aguarda aprovação judicial, prevê o pagamento de mais de $1,1 bilhão pela fabricante, além de compromissos para melhorar a segurança e compensar as famílias das vítimas.

O acordo, conhecido como acordo de não acusação, foi formalizado em um documento judicial na última sexta-feira. O Departamento de Justiça ressaltou que a proposta garante responsabilidade financeira e benefícios significativos, evitando a incerteza de um julgamento. Se aprovado, o acordo encerrará um caso complexo que começou com acusações de fraude contra a Boeing por supostas enganações à Administração Federal de Aviação durante a certificação do 737 Max.

Em janeiro de 2024, um incidente com um 737 Max da Alaska Air reacendeu as preocupações sobre a segurança da aeronave, levando o Departamento de Justiça a considerar a retomada da acusação. A Boeing concordou em se declarar culpada em julho, mas o juiz responsável rejeitou a proposta devido a questões sobre a seleção de um monitor independente.

Familiares das vítimas expressaram descontentamento com o acordo, considerando-o moralmente repugnante e um “tapinha nas costas” para a Boeing. Um porta-voz do Departamento de Justiça afirmou que houve diálogo com as famílias, que apresentaram opiniões diversas sobre a resolução. O porta-voz também destacou que, embora nada possa diminuir as perdas, o acordo busca garantir responsabilidade financeira e segurança para futuros passageiros.

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