Chris Reitz, que era o presidente da comissão de arte pública de Louisville, renunciou por causa dos planos de restaurar a estátua de King Louis XVI, que foi danificada durante protestos em 2020. Ele criticou a cidade por tentar apagar a memória desses protestos e levantou questões sobre o alto custo da restauração, que ele considera desnecessária, já que a estátua está “além de reparo”. Reitz expressou preocupação de que o verdadeiro objetivo da restauração seja enviar uma mensagem de que a cidade não apoia protestos contra a polícia e prefere ignorar a morte de Breonna Taylor. A estátua, que foi danificada em meio a protestos, já tinha problemas estruturais antes disso. A cidade estima que a restauração custará cerca de 200 mil dólares, mas Reitz argumenta que seu valor de mercado é apenas 60 mil dólares e que, mesmo se consertada, não poderia ser colocada de volta ao ar livre devido aos danos.
Chris Reitz, presidente da comissão de arte pública de Louisville, renunciou em protesto contra os planos de restaurar a estátua de King Louis XVI, danificada durante os protestos de 2020 após a morte de Breonna Taylor. Em um artigo publicado no Courier Journal, Reitz criticou a cidade por tentar “apagar todas as evidências” dos protestos no quinto aniversário do evento.
Reitz levantou preocupações sobre o custo da restauração, estimado em R$ 200 mil, e descreveu a estátua como “irrecuperável”. Ele questionou a motivação por trás do investimento, afirmando que “não justifica o alto custo”. O professor de história da arte também expressou receio de que a restauração enviasse uma mensagem de hostilidade a protestos contra a polícia.
A estátua, que foi danificada em 28 de maio de 2020, foi retirada por questões de segurança após ser grafitada durante os protestos. Uma pesquisa de 2022 revelou que apenas 60% dos residentes de Louisville acreditavam que a estátua representava seus valores. Além disso, um estudo encomendado pela cidade indicou que a escultura já apresentava danos estruturais antes dos protestos.
Reitz afirmou que, mesmo se restaurada, a estátua não poderia ser exposta ao ar livre devido ao estado do mármore. Ele concluiu que a cidade merece “grande arte” e que, se os cidadãos desejam restaurar a estátua, terão que fazê-lo sem sua participação. A renúncia de Reitz ocorre em um contexto de debates nacionais sobre a gestão de monumentos públicos, refletindo tensões sobre a memória histórica e a justiça social.
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