O juiz Antonio Maria Patiño Zorz rejeitou o recurso de Pablo Marçal, que tentava reverter sua condenação por abuso de poder econômico durante a campanha para a prefeitura de São Paulo. Marçal foi declarado inelegível por oito anos, o que o impede de se candidatar em 2026. A Justiça concluiu que ele pagou pessoas para espalhar vídeos dele nas redes sociais, associando seu nome ao cargo de prefeito. O juiz destacou que Marçal admitiu em uma entrevista que pagava por esses cortes de vídeo. A decisão foi publicada no Diário de Justiça e, se Marçal quiser contestar, deve recorrer ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo.
O juiz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Antonio Maria Patiño Zorz, manteve a inelegibilidade do coach Pablo Marçal por abuso de poder econômico em sua campanha para a prefeitura em 2024. A decisão, publicada no Diário de Justiça em 22 de maio de 2025, rejeitou o recurso apresentado por Marçal.
O ex-candidato foi condenado a oito anos de inelegibilidade, o que o impede de concorrer em 2026. A Justiça Eleitoral concluiu que ele violou as regras ao pagar pessoas para viralizar vídeos de sua campanha nas redes sociais, utilizando legendas e hashtags associadas ao cargo de prefeito.
Na decisão, o juiz destacou que Marçal admitiu, em entrevista, o pagamento por cortes de vídeos. Ele transcreveu a fala do coach: “Cê entra no meu sistema de corte, pega só o que eu falo… Quer ganhar dez conto, vinte conto? Eu tô pagando em dinheiro.”
Os advogados de Marçal argumentaram que a Justiça não analisou todos os perfis envolvidos e que não havia provas de remuneração. No entanto, o juiz afirmou que as alegações do ex-candidato buscavam rediscutir o mérito da decisão, o que não é permitido em embargos de declaração. Para contestar a sentença, Marçal deve recorrer ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo.
Entre na conversa da comunidade