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Alberto González Amador nega envolvimento em e-mail que admite crimes fiscais

Alberto González Amador nega conhecimento sobre e-mail que admite delitos e é investigado por corrupção e fraude fiscal.

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Alberto González Amador, parceiro de Isabel Díaz Ayuso, está sendo investigado por fraude fiscal e corrupção. Ele se afastou de um e-mail enviado por seu advogado, que admitia a prática de delitos, alegando que não tinha conhecimento do conteúdo até março. Durante seu depoimento no Supremo, ele afirmou que pediu ao advogado uma solução discreta para seus problemas com a Receita Federal e que não autorizou o envio do e-mail. No entanto, mensagens trocadas entre ele e seu advogado indicam que ele estava ciente das negociações com a Fiscalía. González Amador disse que soube da admissão dos delitos pela mídia e que pediu explicações ao advogado. Apesar disso, ele ainda confia no advogado, que será chamado a depor em breve. A investigação também revela que a informação sobre o e-mail foi divulgada antes de chegar ao conhecimento do fiscal geral, levantando suspeitas sobre a origem da filtragem.

Alberto González Amador, parceiro da presidente da Comunidade de Madrid, Isabel Díaz Ayuso, está sendo investigado por fraude fiscal e corrupção. Ele se desvinculou de um e-mail enviado por seu advogado à Fiscalía (Ministério Público) que admitia a prática de delitos. A declaração ocorreu no Supremo Tribunal nesta sexta-feira, 24 de maio de 2025.

Durante seu depoimento, González Amador alegou que não tinha conhecimento do e-mail até março. Ele afirmou que pediu ao advogado Carlos Neira uma solução discreta para seus problemas com a Agência Tributária. O e-mail, datado de 2 de fevereiro de 2024, admitia a prática de dois delitos e propunha um acordo para evitar a prisão.

González Amador chegou ao tribunal acompanhado de seu advogado e não fez declarações à imprensa. A Abogacía del Estado (Advocacia do Estado) questionou-o sobre a gestão do e-mail. Fontes da investigação indicam que ele estava ciente das negociações com a Fiscalía, contradizendo sua versão.

Em mensagens trocadas com Neira, ele recebeu informações sobre o andamento do caso e a possibilidade de um acordo. O empresário afirmou que não havia menção a um pacto ou admissão de fraude nas mensagens. No entanto, a defesa do fiscal geral, Álvaro García Ortiz, solicitou seu depoimento após a revelação do e-mail.

González Amador manteve a confiança em Neira, que deve depor como testemunha em 27 de maio. A investigação continua, com a expectativa de novos desdobramentos sobre o caso e a possível divulgação de informações sigilosas.

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