A Coreia do Sul vai realizar eleições presidenciais no dia 3 de junho, após a destituição de Yoon Suk Yeol, que declarou lei marcial em dezembro e foi impeachment em abril. O novo presidente enfrentará desafios como a relação com a Coreia do Norte, a baixa taxa de natalidade e a recuperação econômica. Lee Jae-myung, do Partido Democrático, é o favorito nas pesquisas, seguido por Kim Moon-soo, do Partido do Poder do Povo. Desde a declaração de lei marcial, o país teve três presidentes interinos, e Lee Ju-ho, atual ministro do Trabalho, assumiu um mês antes da eleição. A situação política é instável e a economia enfrenta dificuldades, agravadas por tarifas dos Estados Unidos sobre produtos sul-coreanos. O novo líder também terá que lidar com a baixa taxa de natalidade, que foi de apenas 0,75 em 2024, e não há mulheres candidatas nesta eleição, algo raro. As urnas abrirão das 6h às 20h, e os resultados serão divulgados na manhã seguinte. O novo presidente assumirá imediatamente, enquanto Yoon enfrenta processos judiciais relacionados à sua destituição.
Coreia do Sul se prepara para eleições presidenciais em meio a crise política
A Coreia do Sul realizará eleições presidenciais no dia 3 de junho para escolher um novo líder, após a destituição de Yoon Suk Yeol, que foi removido do cargo por declarar lei marcial em dezembro. O impeachment de Yoon, ocorrido em abril, expôs as profundas divisões sociais e políticas no país.
O novo presidente enfrentará desafios significativos, como a relação com a Coreia do Norte, a baixa taxa de natalidade e a recuperação econômica. Lee Jae-myung, do Partido Democrático, é o favorito nas pesquisas, seguido por Kim Moon-soo, do Partido do Poder do Povo (PPP). Lee, que perdeu para Yoon em 2022 por uma margem estreita, é visto como um defensor da classe trabalhadora.
Desde a declaração de lei marcial, a Coreia do Sul teve três presidentes interinos, com Lee Ju-ho, atual ministro do Trabalho, assumindo o cargo um mês antes da eleição. A situação política instável e a crise de confiança na economia foram exacerbadas por tarifas impostas pelos Estados Unidos, que afetam os produtos sul-coreanos.
Desafios do novo presidente
O próximo líder terá a tarefa de lidar com a crescente tensão nas relações com a Coreia do Norte, que, embora tenha sido relativamente calma em 2025, ainda apresenta riscos. Além disso, o novo presidente precisará equilibrar as relações entre Pequim e Washington, seus principais parceiros comerciais e aliados de segurança.
Outro desafio crítico é a taxa de natalidade, que em 2024 foi de apenas 0,75, muito abaixo do índice de 2,1 necessário para manter a população. A falta de mulheres candidatas à presidência neste ciclo eleitoral é notável, sendo a primeira vez em 18 anos que não há uma mulher na disputa.
As urnas estarão abertas das 6h às 20h no horário local, e os resultados devem ser divulgados na manhã seguinte. O novo presidente assumirá imediatamente, sem um período formal de transição, e Yoon enfrenta processos judiciais relacionados à sua destituição.
Entre na conversa da comunidade