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Quartel do 2º Batalhão de Guardas passa por projeto de revitalização em São Paulo

Governo de SP planeja reformar o Quartel do 2º Batalhão de Guardas e construir 1.231 moradias, mas especialistas questionam a proposta.

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
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O Quartel do 2º Batalhão de Guardas, um importante patrimônio histórico em São Paulo, está em estado de abandono e degradação, especialmente após a pandemia. O governo de São Paulo planeja reformar o quartel e construir 1.231 unidades habitacionais nas proximidades, mas especialistas questionam a eficácia do projeto, sugerindo que moradias para baixa renda deveriam ser mais horizontais, com menos andares. O quartel, que já foi um símbolo da história da cidade, está deteriorado, com telhados danificados e entulho acumulado. O Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico acompanha as propostas de reforma, que precisam ser aprovadas por órgãos de preservação. Um grupo de ex-soldados que serviu no quartel também pede a revitalização do local, que já teve várias funções ao longo dos anos, incluindo a de quartel militar. Eles esperam que o projeto traga melhorias para a área e para a segurança do bairro.

O Quartel do 2º Batalhão de Guardas, um patrimônio histórico de São Paulo, enfrenta grave degradação e abandono, especialmente após a pandemia. O local, que já foi um símbolo da história paulistana, agora apresenta telhados danificados e paredes em colapso. O aumento de problemas sociais na área, como o crescimento de moradores de rua, agravou a situação.

O governo de São Paulo planeja reformar o quartel e construir 1.231 unidades habitacionais nas proximidades. A proposta faz parte de um projeto mais amplo de requalificação do centro da cidade, que inclui a transferência da sede do governo estadual para a região dos Campos Elíseos. A Secretaria de Parcerias e Investimentos estuda a restauração do quartel, que possui um passado ligado à Guarda Cívica e ao Exército.

O Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat) acompanha as discussões sobre o projeto. Qualquer intervenção no quartel, tombado desde mil novecentos e noventa e um, deve ser aprovada pelo órgão. O Condephaat destaca que o restauro deve ser realizado por um profissional especializado, respeitando as características da edificação.

Especialistas, no entanto, questionam a viabilidade do projeto. O professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Mackenzie, José Geraldo Simões Junior, critica a proposta de construir torres de apartamentos com mais de 40 andares. Ele defende que moradias para baixa renda devem ser mais horizontais, com até cinco andares, para facilitar a administração pós-ocupação.

Um grupo de ex-soldados também reivindica a revitalização do quartel, que foi utilizado por diversas instituições ao longo dos anos. Cloves Roque Xavier, um dos reservistas que serviu no local, expressa ceticismo em relação ao novo projeto, mas acredita que a recuperação do espaço pode valorizar a região e torná-la mais segura.

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