O governo do Rio de Janeiro vai começar a pagar bônus para policiais que apreenderem fuzis. O governador Cláudio Castro anunciou que, em junho, agentes do Bope receberão R$ 5 mil por cada fuzil retirado das ruas. No total, R$ 120 mil serão divididos entre 26 policiais por 24 armas apreendidas. Castro disse que essa medida é um incentivo para os policiais e parte de um plano para reduzir a letalidade policial. No ano passado, foram apreendidos 732 fuzis, e até agora, a Polícia Militar já retirou 264 este ano. Para receber o bônus, os policiais precisam seguir alguns protocolos, como ter um laudo pericial da arma. Além disso, policiais afastados disciplinarmente não poderão receber a premiação enquanto estiverem fora de suas funções.
O governo do Rio de Janeiro iniciará, a partir do próximo mês, o pagamento de bônus a policiais que apreenderem fuzis. O governador Cláudio Castro (PL) anunciou que agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) receberão R$ 5 mil por cada arma de longo alcance apreendida. Um total de R$ 120 mil será dividido entre 26 policiais por 24 fuzis.
Castro destacou que a criação do bônus visa estimular os policiais e também é parte de uma estratégia para reduzir a letalidade policial. Em 2022, as forças de segurança do estado apreenderam 732 fuzis, enquanto neste ano, a Polícia Militar já contabilizou 264 apreensões.
Para garantir a eficácia do programa, o decreto de 2023 estabelece que, antes do pagamento do bônus, é necessário seguir uma série de protocolos. Um deles exige um laudo pericial da arma, realizado pelo Departamento Geral de Polícia Técnico-Científica da Polícia Civil, que deve ser anexado ao procedimento policial que originou a apreensão.
Além disso, o decreto determina que policiais afastados disciplinarmente não poderão receber a premiação enquanto estiverem fora de suas funções. Essa medida visa assegurar que apenas os agentes em exercício regular possam ser contemplados com o bônus.
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