Gleisi Hoffmann, ministra das Relações Institucionais do governo Lula, afirmou que o escândalo do INSS é culpa da gestão de Jair Bolsonaro. Ela disse que, enquanto Bolsonaro permitiu que pessoas desonestas atuassem no INSS, as investigações sobre irregularidades avançaram agora no governo Lula. Gleisi também mencionou que os descontos indevidos nas aposentadorias foram suspensos. Apesar disso, a ministra se opõe à criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), pois acredita que isso pode atrapalhar as investigações policiais, que devem ser feitas sem interferências externas.
Gleisi Hoffmann, ministra das Relações Institucionais do governo Lula, reafirmou que as investigações sobre o escândalo do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) avançaram sob sua gestão. Em declarações feitas nesta quarta-feira, a ministra atribuiu as irregularidades à administração do ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmando que ele “abriu as portas do INSS para ladrões”.
Durante sua fala, Hoffmann destacou que, no atual governo, foram suspensos os descontos de mensalidades associativas que afetavam beneficiários do Seguro Social. As acusações da ministra fazem parte de uma estratégia do governo federal para responsabilizar a gestão anterior pelas irregularidades que resultaram em descontos ilegais nas aposentadorias.
A ministra também expressou sua oposição à instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre o tema. “Uma CPMI, no ambiente de exploração política em que está sendo proposta, pode comprometer o sucesso da investigação policial,” afirmou. Ela defendeu que as investigações devem ser mantidas protegidas de interferências externas e vazamentos de informações.
As declarações de Gleisi Hoffmann refletem a tensão política em torno do escândalo do INSS, que continua a ser um tema central nas discussões sobre a gestão de Jair Bolsonaro e as medidas adotadas pelo governo Lula para corrigir os problemas identificados.
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