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Lula afirma que seca no sertão é consequência de seu destino como presidente

Lula destaca compromisso com o sertão e critica gestão anterior em evento na Paraíba, prometendo soluções para a seca e a fome.

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Durante um evento na Paraíba, o presidente Lula disse que Deus deixou o sertão sem água para que ele pudesse ser presidente e resolver o problema. Ele falou sobre a entrega do Ramal do Apodi e destacou que há 179 anos se prometeu levar água para a região. Lula afirmou que essa obra é muito importante e que seu objetivo é captar água antes que ela chegue ao mar, beneficiando a população do sertão. Ele criticou a fome causada pela seca, chamando-a de falta de vergonha dos governantes. Em um discurso anterior em Pernambuco, Lula atacou Jair Bolsonaro, seu antecessor, mencionando que encontrou obras paradas em programas importantes. Ele desafiou as pessoas a lembrarem de obras do governo passado e disse que Bolsonaro só contava mentiras. Lula também ressaltou que a seca é um fenômeno natural, mas a fome é resultado da falta de responsabilidade dos líderes e reafirmou seu compromisso em levar água do São Francisco para a região, apesar das dificuldades que enfrentou.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante um evento na Paraíba, que Deus deixou o sertão sem água para que ele pudesse ser presidente e trazer soluções para a região. A declaração ocorreu na cerimônia de entrega do 1º Trecho do Ramal do Apodi, na Barragem Redondo, onde Lula destacou que 179 anos se passaram desde que se prometeu levar água ao sertão.

Lula enfatizou a importância da obra, afirmando que essa decisão foi a mais significativa de sua vida. Ele expressou seu compromisso em levar água para os brasileiros, afirmando que deseja captar água antes de chegar ao mar para beneficiar a população do sertão. O presidente também criticou a fome resultante da seca, chamando-a de “falta de vergonha” dos governantes.

Em um discurso anterior em Pernambuco, Lula atacou seu antecessor, Jair Bolsonaro (PL), mencionando que encontrou obras paradas no programa Minha Casa, Minha Vida e na construção de creches. Ele desafiou a plateia a lembrar de obras realizadas durante o governo passado, ressaltando que Bolsonaro se limitou a contar mentiras e a se isolar em um “gabinete do ódio”.

Críticas à Gestão Anterior

Lula continuou sua crítica ao afirmar que não se pode votar em qualquer pessoa para governar o país. Ele mencionou que a seca é um fenômeno natural, mas a fome associada a ela é resultado da falta de responsabilidade dos líderes. O presidente reafirmou seu compromisso em transpor as águas do São Francisco para a região, destacando que enfrentou resistência durante o processo.

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