O presidente Lula entregou a medalha da Ordem de Rio Branco a Eunice Paiva, em homenagem à sua luta pelos direitos humanos no Brasil. A condecoração, publicada no Diário Oficial da União, destaca seu trabalho em defesa dos direitos dos povos indígenas e sua importância na memória histórica do país. Eunice ficou conhecida após o desaparecimento de seu marido, Rubens Paiva, em 1971, e dedicou sua vida à busca por justiça. A medalha é a maior honraria do Ministério das Relações Exteriores e é concedida a pessoas que se destacam em serviços relevantes ao Brasil. A homenagem acontece em um momento em que sua história foi retratada no filme ‘Ainda Estou Aqui’, que ganhou o Oscar de melhor filme internacional. Eunice, que se formou em direito aos 47 anos, foi uma defensora ativa da demarcação de terras indígenas e influenciou a Constituição de 1988. Ela faleceu em 2018, aos 86 anos, e sua memória continua a inspirar a luta por justiça e igualdade. A condecoração foi feita postumamente, reconhecendo a importância de sua trajetória e a necessidade de lembrar as violações de direitos humanos durante a ditadura militar.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedeu, nesta quarta-feira, 25 de outubro, a medalha da Ordem de Rio Branco a Eunice Paiva, em reconhecimento à sua luta pelos direitos humanos no Brasil. A homenagem, publicada no Diário Oficial da União, destaca a importância de Eunice na defesa dos direitos dos povos indígenas e seu papel na memória histórica do país.
Eunice Paiva, que se tornou uma figura emblemática após o desaparecimento de seu marido, Rubens Paiva, em 1971, dedicou sua vida à busca por justiça. A medalha é a maior honraria do Ministério das Relações Exteriores e é concedida a personalidades que se destacam em serviços relevantes ao Brasil. A condecoração ocorre em um momento em que sua história foi retratada no filme ‘Ainda Estou Aqui’, vencedor do Oscar de melhor filme internacional.
A luta de Eunice pelo reconhecimento da morte de Rubens Paiva, que só foi oficialmente reconhecida 25 anos após seu desaparecimento, é um marco na história dos direitos humanos no Brasil. Aos 47 anos, ela se formou em direito e se tornou uma defensora ativa da demarcação de terras indígenas, influenciando a Constituição de 1988. Eunice faleceu em 2018, aos 86 anos, e sua memória continua a inspirar novas gerações na luta por justiça e igualdade.
A condecoração de Eunice Paiva, admitida postumamente na Ordem de Rio Branco no grau de comendador, ressalta a relevância de sua trajetória e a necessidade de reconhecer as violações de direitos humanos ocorridas durante a ditadura militar.
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