Antônio Gomes da Silva, um capelão de 55 anos, foi preso por matar o advogado Roberto Zampieri em Cuiabá no dia 5 de dezembro do ano passado. A investigação mostrou que o crime foi encomendado por Aníbal Laurindo, um fazendeiro, e envolveu um esquema de corrupção relacionado a disputas de terras. Zampieri, que tinha um histórico de casos polêmicos, foi assassinado com 12 tiros ao entrar em seu carro. A polícia encontrou R$ 11 mil em dinheiro no veículo e descobriu um esquema de venda de sentenças que levou ao afastamento de oito juízes em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A defesa de Laurindo afirma que ele é inocente, enquanto um coronel reformado, também acusado, disse que Antônio se apresentou como pedreiro. Um desembargador, afastado por suspeitas de amizade com Zampieri, nega envolvimento. Antônio confessou o crime e disse que recebeu R$ 20 mil para matar Zampieri, com a promessa de mais R$ 20 mil depois. A motivação do crime estava ligada a um processo judicial sobre a Fazenda Lagoa Azul, onde Aníbal e seu irmão estavam em disputa com Zampieri. A polícia acredita que uma decisão que favoreceu Zampieri foi o motivo para o assassinato. Antônio foi preso em dezembro e não se mostrou arrependido. A investigação continua para identificar todos os envolvidos no esquema.
Antônio Gomes da Silva, um capelão de 55 anos, foi preso após assassinar o advogado Roberto Zampieri em Cuiabá, no dia 5 de dezembro do ano passado. A investigação revelou que o crime foi encomendado por Aníbal Laurindo, um fazendeiro, em meio a um esquema de corrupção envolvendo magistrados e disputas de terras.
Zampieri, conhecido por sua atuação em casos judiciais polêmicos, foi fuzilado com 12 disparos enquanto entrava em seu carro. A polícia encontrou R$ 11 mil em dinheiro no veículo e evidências de um esquema de venda de sentenças em tribunais, que resultou no afastamento de oito magistrados em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
A defesa de Aníbal Laurindo alega que ele é inocente, enquanto o coronel reformado Etevaldo Caçadini, também acusado, afirmou que Antônio se apresentou como pedreiro. O desembargador Sebastião de Moraes, que estava afastado por suspeitas de amizade com Zampieri, nega qualquer envolvimento. Mensagens no celular do advogado levantam preocupações sobre ligações com o Superior Tribunal de Justiça.
Antônio, que se autodenominava capelão, confessou o crime e detalhou como planejou a emboscada. Ele recebeu R$ 20 mil para executar Zampieri, com a promessa de mais R$ 20 mil após o assassinato. O pistoleiro relatou que a pressão dos mandantes para realizar o crime aumentou à medida que se aproximava uma audiência sobre a disputa de terras.
A investigação revelou que a motivação do crime estava ligada a um processo judicial envolvendo a Fazenda Lagoa Azul, onde Aníbal e seu irmão estavam em litígio com Zampieri. A polícia acredita que a decisão do desembargador, que favoreceu Zampieri, foi o estopim para o plano de assassinato.
Antônio foi preso em dezembro e, durante seu interrogatório, afirmou que não se arrepende do crime. A polícia agora busca identificar todos os envolvidos no esquema, que pode ter ramificações profundas dentro do sistema judiciário.
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