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PGR pede condenação de Pâmela Bório por participação em atos antidemocráticos em Brasília

Pâmela Bório, ex-primeira-dama da Paraíba, é acusada de participar dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro. PGR pede sua condenação.

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a condenação de Pâmela Bório, ex-primeira-dama da Paraíba, por sua participação nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. Ela já enfrenta acusações no Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes como tentativa de golpe de Estado e dano ao patrimônio público. Segundo a PGR, Pâmela atuou como executora das invasões em Brasília, onde depredou bens públicos e levou seu filho menor de idade aos ataques. Em um vídeo, ela pergunta ao filho o que estavam fazendo, e ele responde que estavam “fazendo história”. A presença do menino nas manifestações foi contestada pelo ex-marido, Ricardo Coutinho, que pediu a guarda do filho. Pâmela afirmou que estava lá para fazer “cobertura jornalística”, mas a PGR discorda, apontando que as provas mostram sua contribuição ativa nos atos. Pâmela, que foi apresentadora de TV e Miss Bahia, teve um relacionamento com Coutinho entre 2011 e 2015, e desde então, eles têm enfrentado várias disputas judiciais.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou, nesta segunda-feira (26), a condenação da ex-primeira-dama da Paraíba, Pâmela Bório, por sua participação nos atos antidemocráticos ocorridos em 8 de janeiro de 2023. Pâmela, ex-esposa do ex-governador Ricardo Coutinho, já enfrenta cinco acusações no Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo tentativa de golpe de Estado e dano ao patrimônio público.

De acordo com o despacho do procurador-geral da República, Paulo Gonet, Pâmela foi identificada como executora material das invasões às sedes dos Três Poderes em Brasília. O documento destaca que ela depredou bens públicos e levou seu filho menor de idade aos ataques. Em um vídeo, Pâmela pergunta ao menino: “Estamos fazendo o que aqui?”, ao que ele responde: “Estamos fazendo história… tirar o Brasil da mão do comunismo tirano.”

A presença do filho nas manifestações gerou controvérsia, levando Ricardo Coutinho a contestar a guarda da criança na Justiça. Pâmela, que compartilhou imagens e vídeos nas redes sociais durante os eventos, alegou que sua participação tinha caráter de “cobertura jornalística”, uma vez que é formada em jornalismo. No entanto, a PGR refutou essa justificativa, afirmando que as provas demonstram sua ativa contribuição nas invasões.

Pâmela Bório, que foi apresentadora de telejornais e eleita Miss Bahia em 2008, casou-se com Ricardo Coutinho em 2011 e se divorciou em 2015. Desde então, o casal tem enfrentado diversas disputas judiciais, incluindo uma queixa de agressão registrada por Pâmela em 2015. Em 2018, ela foi acusada de danificar um portão ao invadir a granja do ex-governador, mas foi absolvida do crime de dano qualificado.

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