A deputada Carla Morando, de São Paulo, apresentou um projeto de lei que propõe uma multa de R$ 9.255 para quem levar “bebês reborn” a atendimentos em serviços públicos, como postos de saúde. O objetivo é evitar que esses bonecos sejam tratados como seres humanos, o que tem causado problemas nas unidades de atendimento. A deputada explica que, embora a prática possa parecer inofensiva, ela gera tumulto e atrapalha o trabalho dos profissionais. O projeto visa garantir que os serviços públicos sejam prestados de forma eficiente e focada no atendimento de pessoas.
A deputada estadual Carla Morando (PSDB-SP) apresentou um projeto de lei na Assembleia Legislativa de São Paulo que prevê uma multa de R$ 9.255 para quem levar um “bebê reborn” a atendimentos em serviços públicos. A proposta visa coibir essa prática, que tem gerado transtornos nas unidades de saúde.
O projeto estabelece uma penalidade de 250 Ufesps (Unidade Fiscal do Estado de São Paulo) para quem tentar utilizar o boneco em situações como vacinação em postos de saúde. Em caso de reincidência, a multa pode dobrar. A deputada justifica que essa conduta, embora possa parecer inofensiva, gera tumulto e atrapalha a rotina de trabalho nas unidades.
Morando ressalta que o objetivo da proposta não é condenar a posse de bebês reborn, mas regular seu uso para evitar problemas no atendimento à população. Ela afirma que a prática tem se tornado cada vez mais comum e prejudica a eficiência dos serviços públicos.
A parlamentar destaca que a proposta busca garantir que os serviços oferecidos sejam voltados exclusivamente para o atendimento de seres humanos, assegurando a segurança e a eficiência no sistema público de saúde do estado de São Paulo.
Entre na conversa da comunidade