Richard Back, que foi chefe de gabinete de Alexandre Padilha na Secretaria de Relações Institucionais, terá que cumprir uma quarentena remunerada de seis meses após deixar o cargo. Ele pediu demissão em março e, ao considerar um novo emprego na BMJ Consultores Associados, consultou a Comissão de Ética Pública sobre possíveis conflitos de interesse. O relator do caso, Georghio Tomelin, destacou que Back tinha acesso a informações importantes e que seu novo trabalho poderia dar vantagens indevidas em relação a interesses privados no governo. A BMJ é uma consultoria que trabalha com estratégias de relações governamentais e comércio internacional. A decisão da Comissão foi de que ele deve esperar seis meses antes de assumir a nova função.
Richard Back, ex-chefe de gabinete de Alexandre Padilha na Secretaria de Relações Institucionais, terá que cumprir uma quarentena remunerada de seis meses. A decisão foi tomada após Back consultar a Comissão de Ética Pública sobre um possível conflito de interesses ao aceitar um cargo na BMJ Consultores Associados.
Back pediu demissão em março, quando Padilha deixou a secretaria. O conselheiro Georghio Tomelin, relator do caso, destacou que as funções de Back conferiam acesso a informações restritas e operacionais. A BMJ é uma consultoria que atua em estratégias de relações governamentais e comércio internacional.
O ex-assessor de Padilha teria atribuições que incluem estabelecer e coordenar estratégias, além de integrar ações voltadas ao desenvolvimento de novos negócios. O voto do relator alertou que sua atuação na BMJ poderia resultar em vantagem estratégica indevida, influenciando interesses privados na esfera pública.
A Comissão de Ética Pública corroborou a decisão de que Back deve se submeter à quarentena antes de assumir o novo cargo. A medida visa evitar qualquer tipo de favorecimento indevido em suas futuras atividades profissionais.
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