O Ministério Público de São Paulo se opôs ao pedido de Tiago Gomes de Souza para transferir seu julgamento para outra cidade. Tiago é acusado de matar o idoso César Finé Torresi durante uma briga de trânsito em Santos, onde teria dado um golpe conhecido como “voadora”. A defesa argumentou que a grande repercussão do caso poderia afetar a imparcialidade dos jurados. No entanto, o promotor Fabio Perez Fernandez afirmou que a cobertura da mídia não deve influenciar a decisão dos jurados. César, de 77 anos, morreu após a discussão em junho do ano passado, quando Tiago o agrediu após um desentendimento. O empresário foi indiciado por homicídio qualificado e será julgado por um júri popular.
O Ministério Público de São Paulo se manifestou contra o pedido da defesa de Tiago Gomes de Souza para transferir o júri popular para outra cidade. Tiago é acusado de matar o idoso César Finé Torresi, de setenta e sete anos, durante uma discussão de trânsito em Santos, no litoral paulista.
A defesa argumenta que a ampla cobertura da mídia e a comoção social em torno do caso poderiam comprometer a imparcialidade dos jurados. O advogado Eugenio Malavasi solicitou a mudança do local do julgamento, alegando que a repercussão negativa poderia influenciar a opinião dos jurados. No entanto, o promotor Fabio Perez Fernandez classificou o crime como “bárbaro” e afirmou que as circunstâncias não afetam a capacidade dos jurados de julgar de forma justa.
César Finé Torresi foi morto em junho do ano passado após uma discussão com Tiago, que, segundo testemunhas, desferiu uma “voadora” no idoso. A vítima, ao tentar se equilibrar, encostou no capô do carro de Tiago, que desceu e o agrediu. Após a queda, César sofreu traumatismo craniano e teve paradas cardíacas, vindo a falecer após ser socorrido.
Tiago Gomes de Souza foi indiciado por homicídio qualificado com dolo eventual e aguardará o julgamento em júri popular. A decisão sobre a transferência do júri ainda será analisada pelo tribunal.
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