Ciro Nogueira, presidente do Progressistas, criticou o governo de Lula sobre o aumento do IOF, afirmando que sua legenda não aceita mais impostos sem cortes significativos nas despesas. Ele disse que o IOF, que deveria regular o mercado, está sendo usado para aumentar a arrecadação devido à má gestão das contas públicas, o que afeta investimentos e consumo. Após uma reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, foi anunciado um acordo que inclui a eliminação de isenções e a mudança nas alíquotas do IOF, além de um corte de 10% nos gastos tributários e redução de despesas. O objetivo é ajustar as contas até 2025, com a expectativa de que títulos atualmente isentos de Imposto de Renda percam esse benefício.
O presidente do Progressistas, senador Ciro Nogueira, criticou as negociações do governo de Luiz Inácio Lula da Silva sobre o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Ele afirmou que a legenda se opõe a aumentos de impostos sem cortes severos de despesas. A declaração foi feita após uma reunião entre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e os presidentes da Câmara e do Senado, que resultou na manutenção de parte do decreto que prevê o aumento do IOF.
Ciro Nogueira destacou que o imposto, que deveria ter um caráter regulatório, foi transformado em um instrumento arrecadatório para compensar a má gestão das contas públicas. Ele ressaltou que isso impacta diretamente setores essenciais para o investimento e o consumo. O senador elogiou o trabalho dos presidentes da Câmara e do Senado, mas reafirmou que o aumento de tributos sem cortes de gastos é “inegociável”.
Após a reunião, Haddad anunciou um acordo que inclui a abolição de isenções e a recalibração das alíquotas do IOF. O acordo também prevê um corte de 10% nos gastos tributários e a redução de despesas primárias. O ministro explicou que a medida provisória visa o mercado financeiro e busca corrigir distorções no sistema de crédito e na cobrança de impostos sobre títulos.
As novas medidas têm como objetivo fechar as contas de 2025, com a expectativa de que todos os títulos atualmente isentos de Imposto de Renda percam esse benefício, incluindo as Letras de Crédito Imobiliário e as Letras de Crédito do Agronegócio.
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