Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, foi interrogado no Supremo Tribunal Federal sobre mensagens trocadas com o general Freire Gomes. Durante o depoimento, Cid mencionou uma mensagem de Freire Gomes, datada de 30 de dezembro de 2022, onde o general expressava tristeza, mas defendia as ações de Bolsonaro. Cid disse que não se lembrava das mensagens até ver uma reportagem e que gostaria de se retratar. Ele afirmou que as mensagens mostram sua lealdade ao general e sua oposição a ações radicais, ressaltando que qualquer ação mais extrema poderia causar problemas no país. O general Freire Gomes enfrentou críticas de outros militares, mas Cid reafirmou seu apoio a ele. Em diálogos captados pela Polícia Federal, o general Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil, disse que a culpa pela situação era de Freire Gomes, que também relatou ter sofrido pressão de outros militares para apoiar uma ruptura institucional.
Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, foi interrogado hoje no Supremo Tribunal Federal (STF) em um caso que envolve mensagens trocadas com o general Freire Gomes. As conversas, reveladas pela série “O Zap do Cid”, do UOL, não fazem parte da denúncia aceita pelo tribunal.
Durante o depoimento, Cid mencionou uma mensagem de Freire Gomes, datada de 30 de dezembro de 2022, onde o general expressou estar “com o coração muito triste”, mas defendeu que “o presidente fez o correto”. Cid afirmou que não se lembrava das mensagens até a publicação da reportagem e que, após vê-las, desejava se retratar. Ele destacou que as mensagens demonstram sua lealdade ao general e sua oposição a ações radicais.
As mensagens trocadas entre Cid e Freire Gomes foram apresentadas como provas de que o ex-ajudante sempre concordou com as ideias do general. Cid afirmou que “nada poderia ser feito e qualquer ação mais radical geraria um grande problema no país”. O general Freire Gomes enfrentou críticas de outros militares, mas Cid reiterou que estava ao seu lado.
Em um dos diálogos captados pela Polícia Federal, o general Walter Braga Netto, então ministro da Casa Civil, declarou que a “culpa pelo que está acontecendo e acontecerá é do general Freire Gomes”. Em seu depoimento à PF, Freire Gomes relatou ter sofrido pressão de militares para apoiar uma ruptura institucional.
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