Pete Hegseth, Secretário de Defesa dos Estados Unidos, vai participar de audiências no Congresso para discutir sua liderança após um período difícil, que incluiu demissões e um vazamento de informações sobre operações militares. Ele será questionado sobre a mobilização de tropas em Los Angeles e a recente operação no Iémen, que teve um desfecho inesperado. Hegseth também enfrentou críticas por ter convidado Elon Musk para uma reunião sem avisar a Casa Branca e por ter demitido três altos funcionários do Departamento de Defesa. A situação no Pentágono preocupa a Casa Branca, que pediu a Hegseth para acalmar a turbulência. Durante as audiências, o General Dan Caine, que já discordou de Hegseth sobre a campanha no Iémen, estará presente. A mobilização de cerca de 700 Marines em Los Angeles será discutida, especialmente em relação ao seu papel na segurança pública, e o senador Jack Reed expressou preocupações sobre a possibilidade de intervenção militar em questões de policiamento local. Hegseth, que é alinhado ao ex-presidente Donald Trump, está sob vigilância da Casa Branca, que monitora suas ações e declarações.
Pete Hegseth, Secretário de Defesa dos Estados Unidos, se prepara para uma série de audiências no Congresso que começam nesta terça-feira. As sessões visam avaliar sua liderança após meses conturbados, incluindo demissões e um vazamento de informações sobre operações militares.
Durante as audiências, Hegseth será questionado sobre sua gestão no Pentágono e a mobilização de tropas em Los Angeles, em meio a crescentes tensões políticas. Este será o primeiro depoimento de Hegseth desde sua confirmação em janeiro, e ele enfrentará perguntas sobre o incidente conhecido como Signalgate, onde discutiu planos militares em uma mensagem que incluiu um jornalista.
Além disso, Hegseth deve abordar a mobilização de Marines para Los Angeles e a recente operação militar contra os Houthis no Iémen, que terminou de forma abrupta. O Secretário também enfrentou críticas por convidar Elon Musk para uma reunião secreta sem informar a Casa Branca e por demitir três altos funcionários do Departamento de Defesa.
A situação no Pentágono gerou preocupações entre oficiais da Casa Branca, que alertaram Hegseth sobre a necessidade de reduzir a turbulência. O porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, afirmou que a equipe está focada em retornar ao objetivo principal do Departamento de Defesa, que é a preparação para conflitos.
As audiências incluem a participação do General Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto, que já discordou de Hegseth em questões relacionadas à campanha no Iémen. A mobilização de tropas em Los Angeles, onde cerca de 700 Marines foram ativados, também será um ponto de discussão, especialmente sobre o papel deles em atividades de segurança pública.
O senador Jack Reed, membro do Comitê de Serviços Armados do Senado, expressou preocupações sobre a precedência que essa mobilização estabelece para a intervenção militar em questões de policiamento local. Hegseth, que mantém uma postura alinhada ao ex-presidente Donald Trump, continua sob vigilância da Casa Branca, que monitora de perto suas declarações e ações.
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