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Requisitam um ano de prisão para homem acusado de vender champagne falsificado

Procuradora pede dois anos de prisão com sursis para esposa de Didier Chopin, acusado de fraudes com champagne. Julgamento será em setembro.

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Didier Chopin, um produtor de vinho, é acusado de fazer e vender champagne falso entre 2022 e 2023, misturando vinhos de outras regiões e adulterando-os. Após a descoberta de suas fraudes, ele fugiu para o Marrocos. Agora, a procuradora pediu dois anos de prisão com sursis para sua esposa, além de multas e a destruição das bebidas fraudulentas. O julgamento está agendado para 2 de setembro. Chopin, que já enfrenta outras acusações, foi denunciado por uma ex-funcionária, o que levou à revelação de suas atividades ilegais. Ele fabricava o champagne na Aisne, usando vinhos da Espanha e Ardèche, e adicionava aromas e gás carbônico. O prejuízo total é estimado em milhões de euros. A procuradora também pediu que o casal seja impedido de gerenciar empresas de champagne e requisitou a destruição das bebidas apreendidas. A empresa deles pode ser multada em 300 mil euros. Chopin já passou sete meses preso no Marrocos e seu advogado pediu uma pena mais leve, citando as dificuldades que ele enfrentou na prisão. O caso ainda tem um aspecto aduaneiro que foi adiado para 3 de fevereiro de 2026, e Chopin também enfrenta acusações de violência sexual de ex-funcionárias, com cinco denúncias registradas.

Didier Chopin, um vigneron, é acusado de produzir e vender falso champagne entre 2022 e 2023, utilizando vinhos de outras regiões e adulterando-os. Após a revelação de suas fraudes, ele fugiu para o Marrocos. O caso ganhou novos desdobramentos com a procuradora requisitando dois anos de prisão com sursis para a esposa de Chopin, além de multas e a destruição das bebidas fraudulentas.

O julgamento está marcado para 2 de setembro. Chopin, que já enfrenta outras acusações, foi denunciado por uma ex-funcionária, o que levou à descoberta de sua atividade ilícita. Ele fabricava o champagne na região da Aisne, misturando vinhos de Espanha e Ardèche e adicionando aromas e gás carbônico para criar efervescência. O prejuízo total é estimado em milhões de euros.

A procuradora também solicitou uma interdição definitiva para o casal, impedindo-os de gerenciar empresas relacionadas ao champagne. Além disso, foi requisitada a confiscacão dos bens e a destruição das bebidas apreendidas. A empresa holding do casal, a SAS Chopin, pode enfrentar uma multa de 300 mil euros por desvio e abuso de bens sociais.

Chopin, que já cumpriu sete meses de prisão no Marrocos, expressou seu desespero após o processo. Seu advogado, Me Francis Fossier, argumentou pela aplicação de pena com sursis, destacando as condições difíceis enfrentadas por Chopin na prisão. O caso ainda possui um desdobramento relacionado ao aspecto aduaneiro, que foi adiado para 3 de fevereiro de 2026. Além disso, Chopin enfrenta acusações de violências sexuais de ex-funcionárias, com cinco denúncias registradas.

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