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Deputado denuncia ex-esposa por expor caso de agressão nas redes sociais

Deputado Lucas Bove investiga ex-mulher por desobediência após divulgação de informações sigilosas sobre acusação de agressão.

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Os advogados do deputado Lucas Bove pediram à Justiça para investigar sua ex-mulher, Cíntia Chagas, por desobediência, alegando que ela divulgou informações de um processo sigiloso em que alega ter sido agredida por ele. A defesa afirma que havia uma ordem judicial proibindo a divulgação de detalhes do caso. Cíntia, por sua vez, denunciou censura e criticou a falta de apoio do PL Mulher, afirmando que não recebeu ajuda e que o apoio vem de várias partes do Brasil. Ela também questionou se as mulheres devem ficar em silêncio diante da violência e destacou que mulheres bem-sucedidas também enfrentam agressões, gerando um debate sobre o apoio a vítimas de violência.

Advogados do deputado estadual paulista Lucas Bove (PL) solicitaram à Justiça a abertura de uma investigação contra a influencer Cíntia Chagas, ex-mulher do parlamentar, por desobediência. A acusação se baseia na divulgação de informações de um processo sigiloso em que Chagas acusa Bove de agressão.

A defesa do deputado argumenta que a Justiça havia imposto uma proibição de divulgação de detalhes do processo. “Mesmo após a ordem judicial, a implicada constantemente publica em suas redes sociais informações sigilosas”, afirmam os advogados. Eles pedem a instauração de um inquérito policial para apurar a desobediência e investigar a origem do vazamento de informações do processo.

Censura e Apoio

Cíntia Chagas, por sua vez, denunciou o que considera censura e criticou a falta de apoio do PL Mulher. Em suas redes sociais, ela declarou: “Eu não recebi nenhum apoio do PL Mulher. O Brasil, da direita à esquerda, apoia-me.” A influencer também questionou se as mulheres devem permanecer caladas diante da violência, afirmando: “Não vamos apanhar caladas.”

Em um vídeo postado em junho, Chagas abordou a violência doméstica, destacando que “Mulheres bem-sucedidas também apanham.” A situação gerou um debate sobre o apoio a vítimas de agressão e a responsabilidade das instituições em oferecer suporte.

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