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Justiça decide sobre custódia de filha de brasileira em Braga, Portugal

Marcilene Pereira teme pela segurança da filha após Justiça de Braga decidir retorno ao Brasil, ignorando decisão anterior da Justiça Federal.

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Marcilene Pereira, uma brasileira, está enfrentando um novo desafio na luta pela guarda de sua filha Clara, de 10 anos. A Justiça de Braga, em Portugal, decidiu que Clara deve voltar ao Brasil com o pai, cancelando uma decisão anterior que permitia que ela ficasse em Portugal com a mãe. Marcilene não foi avisada sobre essa decisão e está preocupada com a segurança da filha, já que o pai a acusou de sequestro internacional. A advogada de Marcilene, Patrícia Bonnet Delgado, explicou que o processo no Brasil foi encerrado, deixando a situação nas mãos da Justiça portuguesa. Marcilene disse que soube da decisão por telefone, pouco antes de Clara ser retirada da escola, e que a menina ficou desesperada. Ela também apresentou provas de violência doméstica e afirmou que o pai não paga pensão alimentícia. A advogada aguarda um julgamento marcado para 23 de junho, buscando garantir a segurança de Clara, que pode estar em risco no Brasil.

A brasileira Marcilene Pereira enfrenta uma nova reviravolta judicial em sua luta pela guarda da filha Clara, de 10 anos. A Justiça de Braga, em Portugal, decidiu que Clara deve retornar ao Brasil com o pai, revogando uma decisão anterior da Justiça Federal de Minas Gerais, que havia determinado que a criança permanecesse em Portugal sob a guarda da mãe.

Marcilene, que se manifestou em vídeos nas redes sociais, afirmou que não foi notificada sobre a decisão do tribunal português. Ela expressou sua preocupação com a segurança da filha, alegando que o pai, de quem está divorciada há nove anos, a acusou de sequestro internacional. A advogada de Marcilene, Patrícia Bonnet Delgado, explicou que o processo no Brasil foi extinto após o recesso forense, deixando a decisão nas mãos da Justiça portuguesa.

A advogada destacou que existe um conflito de jurisdição, pois a situação da guarda de Clara deveria ser decidida no Brasil. Marcilene relatou que a comunicação sobre a decisão foi feita por telefone, poucas horas antes da retirada da filha da escola. Ela não teve a oportunidade de se despedir adequadamente de Clara, que demonstrou desespero ao ser levada pelo pai.

Marcilene também mencionou que apresentou provas documentais de violência doméstica e que o pai não cumpre com as obrigações de pensão alimentícia. A situação se complica ainda mais, pois o pai não respondeu aos pedidos de informação sobre o caso. A advogada aguarda um julgamento que está marcado para 23 de junho e busca garantir a segurança de Clara, que, segundo ela, corre risco de vida no Brasil.

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