O presidente Lula comentou sobre a queda de popularidade de seu governo em uma entrevista no podcast ‘Mano a Mano’. Pesquisas mostram que 40% dos eleitores consideram seu governo ruim ou péssimo, enquanto apenas 28% o veem como bom ou ótimo. Lula acredita que essa situação é resultado de uma falha na comunicação e da “falta de entrega” nos primeiros anos. Ele disse que muitas pessoas não estão cientes das ações que foram feitas. Lula também destacou que os primeiros dois anos foram voltados para a reconstrução do país após o governo anterior de Jair Bolsonaro. Ele espera que a avaliação do governo melhore ao longo do ano, prevendo um período de “colheita”. Além disso, o presidente reconheceu que denúncias de corrupção, como a fraude no INSS, podem ter afetado sua imagem, mas ressaltou que esses escândalos não estão ligados ao seu governo.
Em entrevista ao podcast ‘Mano a Mano’, o presidente Lula (PT) abordou a queda de popularidade de seu governo, conforme apontado por pesquisas do Datafolha e Ipsos-Ipec. Os dados revelam que 40% dos eleitores consideram seu governo ruim ou péssimo, enquanto apenas 28% o avaliam como bom ou ótimo. No levantamento da Ipsos-Ipec, 43% têm uma visão negativa, e apenas 25% positiva.
Lula atribuiu essa diminuição à falha de comunicação de sua administração e à “falta de entrega” nos primeiros anos. Ele destacou que a população não está ciente das ações realizadas, o que impacta na aprovação do governo. “A gente não comunicou corretamente. As pessoas não sabem das coisas que nós fizemos”, afirmou.
O presidente também mencionou que os primeiros dois anos foram dedicados à reconstrução do país após o governo anterior de Jair Bolsonaro (PL). Lula acredita que a situação irá melhorar ao longo do ano, prevendo um período de “colheita”. “Até o segundo semestre deste ano, não há por que afirmar que o governo está indo muito bem”, disse.
Além disso, Lula reconheceu que denúncias de corrupção, como a fraude no INSS, podem ter contribuído para a percepção negativa. Ele enfatizou que é importante esclarecer que esses escândalos não estão relacionados ao seu governo, mas sim ao anterior. “Cabe a gente então dizer em alto e bom tom quem foi que fez aquilo”, concluiu.
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