Um soldado da Polícia Militar de São Paulo, Lucas Neto, foi preso na terça-feira, 24 de outubro, após um desentendimento com um capitão no Hospital da PM, onde buscava revalidar um atestado médico. Segundo sua advogada, Fernanda Borges de Aquino, o tratamento que ele recebia não era adequado há um ano. Durante a consulta, Fernanda começou a filmar o atendimento para registrar as dificuldades. O capitão Cavalcante pediu que a gravação parasse, alegando que se sentia intimidado. Após a consulta, Neto questionou a atitude do capitão, o que resultou em sua prisão, sob a alegação de desrespeito. Depois, a advogada acionou outro advogado, Mauro Ribas Junior, e revisou as gravações, decidindo dar voz de prisão ao capitão por denunciação caluniosa e aos tenentes por falso testemunho. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que o caso será investigado por um Inquérito Policial Militar. Neto foi liberado após provar que os oficiais estavam errados, e sua advogada afirmou que eles tentaram encobrir a conduta inadequada do capitão. A situação gerou repercussão e levantou questões sobre o tratamento de policiais dentro da instituição.
Um soldado da Polícia Militar de São Paulo, Lucas Neto, foi preso na última terça-feira, 24 de outubro, após um desentendimento com um capitão durante a revalidação de um atestado médico no Hospital da PM. Neto buscava atendimento para um tratamento que, segundo sua advogada, Fernanda Borges de Aquino, não era adequado há um ano.
A advogada acompanhou Neto ao hospital e começou a filmar o atendimento para documentar as dificuldades enfrentadas. Durante a gravação, o capitão Cavalcante pediu que a filmagem fosse interrompida, alegando que se sentia intimidado. Após a consulta, Neto questionou a atitude do capitão, o que levou à sua prisão. A justificativa apresentada foi que ele teria desrespeitado o oficial ao virar as costas e chamá-lo de “você”.
Desdobramentos da Prisão
Após a detenção, a advogada acionou o advogado Mauro Ribas Junior e revisou as gravações do atendimento. Juntos, decidiram dar voz de prisão ao capitão por denunciação caluniosa e aos três tenentes presentes por falso testemunho. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que o caso será investigado por meio de um Inquérito Policial Militar (IPM).
Neto foi liberado após comprovar que o capitão e os tenentes estavam errados. A advogada afirmou que a intenção dos oficiais era encobrir a conduta inadequada do capitão. A situação gerou repercussão e levantou questões sobre o tratamento dispensado aos policiais dentro da própria instituição.
Entre na conversa da comunidade