Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, está tentando conseguir sanções dos Estados Unidos contra o ministro Alexandre de Moraes. Ele havia anunciado que essas sanções seriam divulgadas entre 20 e 21 de outubro, mas até agora nada aconteceu, o que deixou seus aliados frustrados. Eduardo, que está nos EUA, disse que teve conversas com a Casa Branca e que as sanções já teriam sido aprovadas por todos os departamentos do governo americano. No entanto, a situação no Oriente Médio, especialmente os ataques dos EUA ao Irã, pode ter desviado a atenção das sanções. Essa não é a primeira vez que Eduardo não cumpre prazos, já que ele havia prometido que as punições ocorreriam até o fim de maio. Os parlamentares do PL, partido de Jair Bolsonaro, estão preocupados com a falta de progresso e acreditam que as tensões internacionais podem estar atrasando as ações contra Moraes, aumentando a pressão por resultados entre os apoiadores da família Bolsonaro.
Integrantes da família Bolsonaro e aliados no Congresso expressaram frustração com o atraso nas sanções dos Estados Unidos contra o ministro Alexandre de Moraes. O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro havia anunciado que as punições seriam divulgadas entre os dias 20 e 21 de outubro, mas até o momento não houve ação concreta.
Eduardo, que está nos EUA liderando essa iniciativa, afirmou a interlocutores que teve uma última rodada de conversas com a Casa Branca na semana passada. Segundo ele, as sanções contra Moraes já teriam recebido o aval de todos os departamentos do governo americano. No entanto, a situação geopolítica, especialmente os ataques dos EUA a instalações nucleares no Irã, pode ter desviado a atenção das sanções.
Atrasos e Expectativas
Essa não é a primeira vez que prazos estabelecidos por Eduardo Bolsonaro sobre as sanções são frustrados. Em sua atuação inicial em Washington, ele havia indicado que as punições ao ministro do Supremo Tribunal Federal ocorreriam até o fim de maio. A expectativa entre os aliados é de que a situação atual, marcada por conflitos internacionais, tenha contribuído para o adiamento das medidas.
Parlamentares do PL, partido de Jair Bolsonaro, estão preocupados com a falta de progresso. A avaliação do grupo é que, com a escalada de tensões no Oriente Médio, questões internas, como as sanções a Moraes, podem ser colocadas em segundo plano. A pressão por ações concretas aumenta à medida que os prazos se estendem, gerando descontentamento entre os apoiadores da família Bolsonaro.
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