Marcelo Câmara, que é réu em um caso de golpe, teve sua prisão preventiva determinada pelo ministro Alexandre de Moraes. O advogado de Câmara, Eduardo Kuntz, contratou o criminalista Fábio Tofic para se defender em um novo inquérito sobre obstrução de justiça, após trocar mensagens com Mauro Cid, que estava fazendo delação premiada. Moraes abriu um inquérito para investigar as ações de Kuntz e Câmara, afirmando que elas podem indicar uma tentativa de obstruir a investigação. Kuntz continua a defender Câmara no caso principal, mas agora precisa de uma defesa separada. Câmara também contratou um novo advogado, Alberto Toron, para lidar com as consequências da investigação. Moraes considerou as ações dos envolvidos muito graves e disse que Kuntz ultrapassou suas obrigações como advogado, enquanto Kuntz defende que as mensagens trocadas eram parte de sua estratégia de defesa.
Eduardo Kuntz, advogado de defesa de Marcelo Câmara, réu em uma ação penal por uma trama golpista, contratou o criminalista Fábio Tofic para representá-lo em um inquérito sobre obstrução de justiça. A decisão ocorreu após Kuntz trocar mensagens com Mauro Cid, que estava em processo de delação premiada.
O ministro Alexandre de Moraes determinou a prisão preventiva de Câmara e a abertura de um inquérito para investigar as condutas de Kuntz e Câmara. Moraes destacou que as ações dos envolvidos indicam uma possível tentativa de obstrução da investigação.
Kuntz, que continua a defender Câmara na ação principal, agora enfrenta a necessidade de uma defesa separada no novo inquérito. Câmara também foi obrigado a contratar um novo advogado, Alberto Toron, para lidar com as implicações da investigação.
Em sua decisão, Moraes afirmou que as condutas relatadas são gravíssimas e que Kuntz ultrapassou as obrigações legais de um advogado. Oficialmente, Kuntz alega que as comunicações com Cid faziam parte de uma estratégia de defesa.
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