Durante uma manifestação em São Paulo, o pastor Silas Malafaia criticou o ministro do STF, Alexandre de Moraes, chamando-o de ditador. O protesto, com o lema “justiça já”, abordou a delação de Mauro Cid e as prisões de aliados de Jair Bolsonaro. Malafaia afirmou que, em um país sério, Moraes deveria ser impeachmado e preso, alegando que ele tem violado a Constituição e prendido inocentes. O pastor pediu a anulação da delação de Cid, que, segundo ele, não menciona qualquer tentativa de golpe por parte de Bolsonaro. Ele também criticou as prisões de Gilson Machado e Marcelo Câmara, sugerindo que essas ações são uma cortina de fumaça para proteger a delação. O clima esquentou quando o público gritou “assassino” ao lembrar de Cleriston Pereira da Cunha, que morreu preso. Malafaia acusou Moraes de ter “sangue nas mãos” e disse que o ministro terá que prestar contas a Deus. Ele minimizou a quantidade de pessoas presentes, destacando a importância da mensagem do protesto, que se concentrou no julgamento no STF e na delação de Cid.
Em uma manifestação realizada na tarde de hoje em São Paulo, o pastor Silas Malafaia, organizador do ato, fez duras críticas ao ministro do STF Alexandre de Moraes, chamando-o de ditador. O evento, que teve como lema “justiça já”, abordou a delação de Mauro Cid e as prisões de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Malafaia afirmou que, se o Brasil fosse um país sério, Moraes deveria ser impeachment e preso. O pastor argumentou que o ministro tem rasgado a Constituição e prendido inocentes por suas opiniões. Ele também defendeu a anulação da delação de Cid, que, segundo ele, não menciona qualquer tentativa de golpe por parte de Bolsonaro.
Durante seu discurso, o pastor criticou as prisões do ex-ministro do Turismo Gilson Machado e de Marcelo Câmara, ex-assessor de Bolsonaro, sugerindo que essas ações fazem parte de uma “cortina de fumaça” para proteger a delação de Cid. Malafaia questionou a reputação do STF, afirmando que a corte está se comprometendo ao apoiar Moraes.
Reações e Clima da Manifestação
O clima na manifestação esquentou quando o público gritou “assassino” ao lembrar do empresário Cleriston Pereira da Cunha, que faleceu em novembro de 2023 enquanto estava preso. Malafaia acusou Moraes de ter “sangue nas mãos” e afirmou que o ministro terá que prestar contas a Deus.
O pastor minimizou a participação do público, enfatizando que o importante era a mensagem que estava sendo transmitida. O foco do protesto foi o julgamento no STF, especialmente a delação de Mauro Cid, que continua a gerar controvérsias entre os apoiadores de Bolsonaro e suas defesas.
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