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STF condena homem por furto de bola autografada por Neymar

Nelson Ribeiro Fonseca Júnior é condenado a 17 anos de prisão por furto durante a invasão do Congresso Nacional em janeiro.

A bola assinada pelo jogador Neymar Jr. já foi devolvida à Câmara dos Deputados. (Foto: Reprodução)
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Nelson Ribeiro Fonseca Júnior foi condenado a 17 anos de prisão pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal por sua participação na invasão do Congresso Nacional em 8 de janeiro de 2023. Ele foi acusado de furto por ter levado uma bola de futebol autografada pelo jogador Neymar, que fazia parte do acervo da Câmara dos Deputados. O julgamento ocorreu no plenário virtual do STF, onde a maioria dos ministros, incluindo Alexandre de Moraes, votou pela pena de 17 anos, enquanto o ministro Cristiano Zanin sugeriu uma pena menor de 5 anos. A bola foi devolvida à Polícia Federal após quase três semanas, mas Moraes afirmou que a devolução não elimina a ilegalidade do ato. As investigações sobre os eventos de janeiro continuam, resultando em várias prisões e processos.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou Nelson Ribeiro Fonseca Júnior a 17 anos de prisão por sua participação na invasão do Congresso Nacional durante os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. O réu foi acusado de furto, tendo levado uma bola de futebol autografada pelo jogador Neymar.

O julgamento ocorreu no plenário virtual do STF, onde a maioria dos ministros acompanhou o voto do ministro Alexandre de Moraes, que propôs a pena de 17 anos. A ministra Cármen Lúcia e o ministro Flávio Dino também votaram pela condenação. O ministro Cristiano Zanin concordou com a culpabilidade, mas sugeriu uma pena mais leve de 5 anos. O ministro Luiz Fux ainda não se manifestou.

Detalhes do Caso

A bola furtada fazia parte do acervo da Câmara dos Deputados e ficou com Fonseca Júnior por quase três semanas. Ele a devolveu à Polícia Federal, que a encaminhou de volta ao acervo. Ao justificar sua ação, Fonseca Júnior alegou que a intenção era preservar o objeto e devolvê-lo posteriormente. No entanto, Moraes destacou que a devolução não elimina a ilicitude do ato, ressaltando que o arrependimento não exclui a responsabilidade penal.

A sessão virtual para o julgamento permanecerá aberta até o final do dia, permitindo que os ministros finalizem suas análises. A condenação de Fonseca Júnior é um desdobramento das investigações que seguem em curso sobre os eventos de janeiro, que resultaram em diversas prisões e processos judiciais.

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