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Câmara e Senado se unem para impedir aumento de impostos, afirma Motta a empresários

Hugo Motta reafirma compromisso do Congresso em barrar aumentos de impostos e priorizar a Reforma Administrativa em jantar com empresários.

Hugo Motta em sessão na Câmara para votar projeto que cancela decreto do governo que elevou o IOF (Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo)
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  • O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que a Casa trabalhará com o Senado para barrar aumentos de impostos.
  • A declaração foi feita durante um jantar com empresários em São Paulo, na residência do ex-governador João Doria.
  • Motta destacou a independência do Congresso em relação ao governo e anunciou a prioridade na Reforma Administrativa.
  • Empresários aplaudiram sua defesa da responsabilidade fiscal e a recusa ao aumento de impostos.
  • O governo, por sua vez, tem defendido a “justiça tributária” através do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, após a derrubada do decreto que aumentava o IOF.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), declarou em um jantar com empresários que a Casa trabalhará em conjunto com o Senado para impedir aumentos de impostos. O evento ocorreu na noite de ontem, em São Paulo, na residência do ex-governador João Doria. Motta enfatizou a importância da independência do Congresso em relação ao governo, afirmando que não haverá aliança entre as Casas legislativas e o Planalto.

O presidente da Câmara também anunciou que priorizará a Reforma Administrativa, uma proposta que visa o ajuste fiscal e é considerada essencial pelo mercado financeiro. Empresários presentes no jantar aplaudiram Motta de pé após sua defesa da responsabilidade fiscal e a recusa ao aumento de impostos.

Desde a derrubada do decreto que aumentava o IOF, o governo tem adotado uma retórica de defesa do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que argumenta a favor da “justiça tributária”. Nas redes sociais, a administração federal tem promovido um discurso de “nós contra eles”, focando na proteção dos mais pobres.

A postura do Congresso, sob a liderança de Motta e do Senado, reflete um cenário de resistência às propostas governamentais, em contraste com a última legislatura, onde houve divisões significativas entre deputados e senadores. A continuidade desse embate pode moldar o futuro das políticas fiscais no Brasil.

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