- A pesquisa Genial/Quaest, divulgada em dois de julho de 2025, mostra que 46% dos deputados federais avaliam negativamente o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, a pior marca desde o início do mandato em 2023.
- Apenas 27% dos parlamentares consideram a gestão positiva, enquanto 24% a classificam como regular.
- A insatisfação aumentou 13 pontos percentuais desde agosto de 2023, especialmente entre deputados independentes, que registraram um aumento de 24 pontos na reprovação.
- A relação do governo com o Congresso é vista como negativa por 51% dos deputados, e 57% acreditam que as chances de aprovação da agenda legislativa são baixas.
- Apesar de 68% dos deputados acreditarem que Lula buscará reeleição em 2026, apenas 35% o veem como favorito, com Tarcísio de Freitas sendo o nome mais citado da oposição.
A pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira, 2, revela que 46% dos deputados federais avaliam negativamente o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a pior marca desde o início do mandato em 2023. Apenas 27% dos parlamentares consideram a gestão positiva, enquanto 24% a classificam como regular.
O levantamento, realizado entre 7 de maio e 30 de junho com 203 deputados, mostra um aumento de 13 pontos percentuais na insatisfação desde agosto de 2023. A avaliação negativa é especialmente alta entre os deputados independentes, que registraram um aumento de 24 pontos na reprovação, passando de 20% para 44%.
Relação com o Congresso
A relação do governo com o Congresso é vista como negativa por 51% dos deputados, um aumento em relação aos 41% registrados em 2023. Apenas 18% consideram a interação positiva. Entre os independentes, a insatisfação subiu para 65%.
A pesquisa também aponta que 68% dos deputados acreditam que Lula buscará reeleição em 2026, mas apenas 35% o veem como favorito. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, é o nome mais citado como potencial candidato da oposição, com 49% das menções.
Desafios e Expectativas
Os deputados expressaram preocupações sobre a capacidade do governo de aprovar sua agenda legislativa. 57% acreditam que as chances de sucesso são baixas, refletindo um aumento em relação ao ano anterior. A desarticulação política é apontada como a principal razão para a falta de votações significativas.
Além disso, 48% dos deputados avaliam negativamente o trabalho do Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar disso, 65% não acreditam na possibilidade de impeachment de ministros da Corte. O presidente da Câmara, Hugo Motta, possui uma avaliação positiva de 68%, mesmo diante de embates recentes com o governo.
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