- O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que não houve progresso na proposta de interromper a redução do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que foi rejeitada pelo Congresso Nacional.
- A situação gerou tensões com o presidente da Câmara, Hugo Motta.
- Haddad destacou que a ausência de muitos políticos no Brasil e a realização de eventos internacionais dificultaram as negociações.
- Ele mencionou que políticos e representantes do Judiciário estão em Lisboa para um evento anual na área de direito.
- O ministro indicou que há um desejo de diálogo, mas não trouxe novidades sobre soluções para a questão do IOF.
RIO – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quinta-feira, 3, que não houve progresso na busca por uma alternativa à proposta do governo de interromper a redução do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que foi rejeitada pelo Congresso Nacional. Essa situação gerou tensões com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Durante uma coletiva no Hotel Fairmont, onde participa da reunião financeira do Brics e do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), Haddad comentou que a ausência de muitos políticos no Brasil e a realização de eventos internacionais dificultaram o avanço nas negociações. “Muita gente está fora do Brasil”, destacou o ministro.
Além disso, Haddad mencionou que políticos e representantes do Judiciário estão em Lisboa para um evento anual na área de direito, organizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. Ele observou que as manifestações recentes indicam um desejo de diálogo, mas não trouxe novidades sobre possíveis soluções.
Haddad também se referiu às “declarações recentes” que podem sugerir um desfecho positivo para a situação, embora não tenha oferecido detalhes concretos sobre os próximos passos. A expectativa é que, com o retorno dos parlamentares, novas discussões possam ocorrer para resolver a questão do IOF.
Entre na conversa da comunidade