Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

MPRJ acusa comandante Ivan Blaz de invasão de domicílio no Flamengo

Tenente-coronel Ivan Souza Blaz é acusado de constrangimento ilegal e invasão de domicílio em operação sem mandado judicial.

Ivan Blaz — Foto: Agência O Globo / Lucas Tavares
0:00
Carregando...
0:00
  • O tenente-coronel da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Ivan Souza Blaz, foi denunciado por constrangimento ilegal e invasão de domicílio.
  • A denúncia foi feita pelo Grupo de Atuação Especial em Segurança Pública do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e se refere a uma operação realizada em janeiro de 2025.
  • Blaz tentou forçar a entrada em um prédio na Avenida Rui Barbosa, no Flamengo, após receber uma denúncia sobre o narcotraficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como Peixão.
  • Sem mandado judicial, ele e uma sargento tentaram entrar disfarçados, mas foram barrados pelo porteiro. Blaz permaneceu nas proximidades e, com apoio de outros policiais, forçou a entrada no local.
  • Durante a ação, ele constrangeu o porteiro e obrigou moradores a entregar seus celulares. O Ministério Público solicitou a suspensão da função pública de Blaz, que afirmou não ter sido intimado sobre a denúncia.

O tenente-coronel da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Ivan Souza Blaz, foi denunciado por constrangimento ilegal e invasão de domicílio. A acusação foi feita pelo Grupo de Atuação Especial em Segurança Pública (Gaesp) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e se refere a uma operação realizada em janeiro deste ano.

Durante a operação, Blaz, que era comandante do 2º BPM (Botafogo), tentou forçar a entrada em um prédio na Avenida Rui Barbosa, no Flamengo, após receber uma denúncia anônima sobre a presença do narcotraficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como Peixão. Sem um mandado judicial ou indícios de crime em flagrante, ele autorizou a ação, que envolveu a entrada de policiais militares no imóvel.

Blaz e uma sargento tentaram entrar no prédio disfarçados, mas foram barrados pelo porteiro. Mesmo assim, o tenente-coronel permaneceu nas proximidades até conseguir forçar a entrada com o apoio de outros policiais. No interior do edifício, ele sacou sua arma e constrangeu o porteiro, obrigando-o a se deitar no chão e a acompanhá-lo em uma busca pelos andares.

Além disso, dois moradores foram forçados a entregar seus celulares e permanecer sob vigilância. O MPRJ também solicitou a suspensão da função pública de Blaz, que afirmou não ter sido intimado e desconhecer o teor da denúncia. A situação segue em tramitação na Auditoria da Justiça Militar, enquanto a Polícia Militar ainda não se manifestou sobre a decisão judicial.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais