- O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, participa da reunião anual do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) no Rio de Janeiro, em 4 de julho de 2025.
- O NBD, criado em 2014, já aprovou mais de 30 bilhões de dólares para projetos nos países do Brics, com o Brasil sendo um dos principais beneficiados.
- Lula terá uma agenda com encontros bilaterais, incluindo reuniões com os líderes da Etiópia, Vietnã e Nigéria, além de negociações para um encontro com o primeiro-ministro da China, Li Qiang.
- A cúpula do Brics deste ano é marcada por ausências significativas, como a do presidente da China, Xi Jinping, e do presidente da Rússia, Vladimir Putin, que enviou o chanceler Sergei Lavrov.
- O Brics, que começou em 2009, ampliou seu número de membros para 11 em 2023.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa nesta sexta-feira, 4, da reunião anual do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), o conhecido “Banco dos Brics”, no Rio de Janeiro. Esta é a primeira atividade do presidente no contexto da Cúpula do grupo. Desde sua criação em 2014, o NBD já aprovou mais de 30 bilhões de dólares para projetos nos países membros, com o Brasil sendo um dos principais beneficiados, atrás apenas da Índia e da China.
Encontros Bilaterais
Durante a reunião, Lula terá uma agenda repleta de encontros bilaterais. No sábado, ele se reunirá com os líderes da Etiópia, Taye Atske Selassie; do Vietnã, Luong Cuong; e da Nigéria, Bola Tinubu. Além disso, há negociações em andamento para um possível encontro com o primeiro-ministro chinês, Li Qiang, no mesmo dia. O cronograma ainda está sendo ajustado pelo Palácio do Planalto, que avalia outras demandas para reuniões.
Ausências Notáveis
O Brics, que começou suas atividades em 2009, passou por uma transformação significativa em 2023, ampliando seu número de membros para 11. No entanto, a cúpula deste ano é marcada por ausências importantes. O presidente da China, Xi Jinping, não comparecerá, assim como o presidente russo, Vladimir Putin, que delegou sua representação ao chanceler Sergei Lavrov. Essas ausências levantam questões sobre a dinâmica e a influência do grupo no cenário internacional.
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