- O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que não há conflitos entre o governo do presidente Lula e o Congresso sobre o aumento das alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
- Em entrevista à GloboNews, ele destacou a comunicação constante com os congressistas e a relação saudável entre os poderes.
- Rui Costa ressaltou a importância do decreto que visa corrigir distorções na arrecadação, especialmente em relação aos mais ricos.
- O aumento do IOF foi derrubado por um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) na Câmara e no Senado, sendo considerado necessário para equilibrar as contas públicas.
- O governo já arrecadou R$ 2,1 bilhões a mais com o IOF, estabelecendo um recorde em junho, e está comprometido em realizar cortes de gastos.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou nesta terça-feira, 8, que não há conflitos entre o governo do presidente Lula e o Congresso sobre o aumento das alíquotas do IOF. Em entrevista à GloboNews, ele destacou que a comunicação com os congressistas é constante e que a relação permanece saudável.
Rui Costa reiterou a importância do decreto que visa corrigir distorções na arrecadação, especialmente em relação aos mais ricos. O aumento do IOF, que foi derrubado por um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) na Câmara e no Senado, é visto como uma medida necessária para equilibrar as contas públicas. O ministro enfatizou que o foco do IOF não é apenas arrecadatório, mas sim regulatório, visando a justiça fiscal.
Necessidade de Equilíbrio
O ministro também comentou sobre a suspensão do PDL pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, afirmando que isso demonstra que o projeto não deveria ser utilizado para contestar a decisão do governo. Rui Costa espera que uma solução para a questão do IOF seja encontrada, permitindo ao governo manter a administração do país em dia.
Além disso, o governo já arrecadou R$ 2,1 bilhões a mais com o IOF, estabelecendo um recorde em junho. O ministro destacou que a administração federal está comprometida em realizar cortes de gastos e que a arrecadação deve ser mais justa, penalizando menos os mais pobres em comparação aos mais ricos.
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