- O Supremo Tribunal Federal (STF) investiga uma suposta trama golpista, com o ministro Alexandre de Moraes agendando oitivas das testemunhas de defesa para os dias 21, 22 e 23 de julho.
- As audiências ocorrerão por videoconferência, enquanto os interrogatórios dos réus serão presenciais.
- Os réus negam envolvimento nas ações e pedem absolvição, enquanto a Procuradoria-Geral da República (PGR) afirma que eles fazem parte de uma organização criminosa.
- A PGR decidiu não ouvir testemunhas de acusação, limitando as audiências às versões das defesas.
- O ministro Moraes rejeitou tentativas de interromper a ação e afirmou que há provas suficientes para dar continuidade ao processo.
O Supremo Tribunal Federal (STF) avança na investigação de uma suposta trama golpista, com o ministro Alexandre de Moraes agendando as oitivas das testemunhas de defesa dos réus para os dias 21, 22 e 23 de julho. As audiências ocorrerão por videoconferência, enquanto os interrogatórios dos réus serão presenciais.
Os réus, acusados de planejar ações contra autoridades, negam envolvimento nas articulações e pedem absolvição. A Procuradoria-Geral da República (PGR) alega que o grupo faz parte de uma organização criminosa que elaborou uma carta golpista destinada aos comandantes das Forças Armadas e planejou a morte de figuras como o próprio Moraes, o presidente Lula e o vice Geraldo Alckmin.
Oitivas e Testemunhas
As oitivas estão organizadas da seguinte forma:
1. 21 de julho às 9h: testemunhas de Bernardo Romão Correa Netto.
2. 21 de julho às 14h: testemunhas de Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira.
3. 22 de julho às 9h: testemunhas de Rodrigo Bezerra de Azevedo.
4. 23 de julho às 9h: testemunhas de Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros e Wladimir Matos Soares.
A PGR decidiu não ouvir testemunhas de acusação, limitando a audiência às versões das defesas. Moraes também determinou que testemunhas que apenas atestam a boa conduta dos réus sejam substituídas por declarações escritas.
Andamento do Processo
O ministro rejeitou tentativas das defesas de interromper a ação, como alegações de inépcia da denúncia e questionamentos sobre a colaboração premiada de Mauro Cid. Moraes afirmou que existem provas suficientes para dar continuidade à instrução do caso, evidenciando a gravidade das acusações e a necessidade de esclarecimento dos fatos.
Entre na conversa da comunidade