- A manifestação de 10 de agosto ocorreu em frente ao Museu de Arte de São Paulo (MASP) e reuniu 15 mil pessoas.
- O evento inicialmente visava pressionar o Congresso sobre a taxação dos super ricos e a isenção do imposto de renda.
- O foco mudou para protestos contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e o governador Tarcísio de Freitas, em resposta à taxação de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.
- O deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) convocou militantes e destacou a mensagem “Brasil para os brasileiros”.
- Durante o ato, manifestantes gritaram “Fora Tarcísio” e exibiram faixas criticando o Congresso, refletindo um forte descontentamento com as políticas atuais.
A manifestação realizada em 10 de agosto, em frente ao MASP, reuniu 15 mil pessoas e inicialmente visava pressionar o Congresso sobre a taxação dos super ricos e a isenção do imposto de renda. Contudo, o ato rapidamente se transformou em um protesto contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e o governador Tarcísio de Freitas. O descontentamento foi intensificado pela recente taxação de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.
O evento, que começou às 18h, superou a última manifestação bolsonarista, que contou com 12,4 mil participantes em julho. O deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) convocou militantes para protestar contra os “privilégios protegidos pelo Centrão e pela extrema-direita”. Após o anúncio da sobretaxa, Boulos alterou o foco da manifestação para a mensagem “Brasil para os brasileiros”, incentivando a participação popular.
Críticas ao Governo
Durante o ato, os manifestantes expressaram sua insatisfação com gritos de “Fora Tarcísio”, criticando o governador paulista por seu apoio a Bolsonaro. Tarcísio, que almoçou com o ex-presidente no mesmo dia, afirmou que “somente o povo poderia julgar Bolsonaro”. Em resposta, Boulos sugeriu que Tarcísio deveria “pedir votos em Miami” nas próximas eleições.
Faixas levantadas pelos participantes traziam frases como “Congresso inimigo do povo” e “Congresso da mamata”, refletindo um clima de oposição ao governo. Essa estratégia de oposição entre Executivo e Legislativo foi amplamente endossada pelos manifestantes, demonstrando um forte descontentamento com as políticas atuais.
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